Repercussão da Premiação do Globo de Ouro em Diversos Canais
A oposição manifestou críticas em relação às premiações do filme “O Agente Secreto” no Globo de Ouro, utilizando plataformas de mídia social. O filme, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, conquistou os prêmios nas categorias de Língua Não Inglesa e Filme de Drama.
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Reações e Comentários Políticos
O presidente do PT, em seu perfil no X, descreveu o momento como um “dia de glória” para o país, mencionando o recebimento da equipe do longa no Palácio da Alvorada em 2025. Ele enfatizou que “as portas estarão sempre abertas para a arte e a cultura brasileiras”, demonstrando apoio à produção cinematográfica nacional.
Críticas da Oposição
O líder do PL-RJ na Câmara dos Deputados, deputado federal, criticou a direção de Kleber Mendonça Filho, apontando para declarações do diretor durante a cerimônia de premiação, onde afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conduziu o país de forma “epicamente irresponsável”.
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A crítica refletia uma divergência ideológica sobre o período político recente.
Questionamentos sobre Incentivos Governamentais
Outro ponto de crítica veio do vice-líder da oposição, deputado federal do PL-BA. Ele questionou o fato de “O Agente Secreto” ter recebido R$ 7,5 milhões do governo federal por meio de incentivos do Fundo Setorial do Audiovisual da Ancine. O deputado expressou desconfiança em relação à gestão dos recursos.
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Comentários sobre o Filme e o Contexto Histórico
O deputado federal do PL-SP, que está produzindo um filme sobre a vida de Jair Bolsonaro, também se manifestou. Ele criticou Wagner Moura, argumentando que o ator “finge ser revolucionário” no exterior para promover sua imagem. O comentário gerou debates sobre a interpretação do filme e seu impacto na narrativa histórica.
Reações a Declarações do Ator
A declaração de Wagner Moura durante o evento de premiação, em que o ator afirmou que a ditadura ainda é “uma ferida aberta”, também foi alvo de críticas. O congressista da União-SP, que compartilhou a opinião de Moura, defendeu a necessidade de “romper com essa cultura do passado”, indicando uma postura de distanciamento em relação a visões históricas.
