Nubank alerta: Regularize criptomoedas não declaradas até 19/02/2026! Evite multas e fiscalizações da Receita Federal. Saiba como aderir ao Rearp e simplifique a regularização
Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, 9 de fevereiro de 2026, o Nubank esclareceu uma nova legislação federal que trata da regularização de criptomoedas que não foram declaradas à Receita Federal. A fintech destacou a importância de um prazo final e detalhou as medidas necessárias para evitar problemas fiscais nos próximos meses.
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O governo federal anunciou uma nova regra que permite a regularização de ativos digitais que ficaram sem declaração no Imposto de Renda em anos anteriores.
A iniciativa visa trazer esses valores para a legalidade, antecipando uma possível fiscalização mais rigorosa. O Nubank enfatiza que a regularização, embora envolva o pagamento de imposto e multa, representa uma alternativa vantajosa para quem possui criptomoedas não declaradas.
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Isso porque reduz o risco de cobranças de juros elevados e penalidades mais severas em futuras auditorias.
O comunicado menciona o Rearp, sigla para Regime Especial de Atualização e Regularização de Patrimônio. Segundo a fintech, o Rearp permite que o contribuinte declare criptoativos que não foram informados à Receita Federal. Entre os ativos abrangidos estão bitcoin, ethereum e outros criptoativos, tanto aqueles mantidos no Brasil quanto no exterior.
Para aderir ao Rearp, o contribuinte deverá pagar dois valores obrigatórios. O custo total chega a 30% sobre o valor atualizado das criptomoedas. A fintech ressalta que essa porcentagem costuma ser menor do que as sanções aplicadas em casos de fiscalização e omissão.
O processo de adesão ao Rearp exige atenção, pois o contribuinte deverá informar à Receita Federal informações detalhadas sobre os criptoativos. O prazo final para aderir ao Rearp é 19 de fevereiro de 2026. Após essa data, quem permanecer irregular poderá enfrentar multas, fiscalização e outros problemas com a Receita Federal.
O Nubank incentiva a centralização de criptos no aplicativo, facilitando a transferência de ativos de outras plataformas.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.