Novo imposto de 25% causa furor! Deputado Nikolas Ferreira ataca governo e Haddad. Críticas à medida que afeta o bolso do consumidor brasileiro. Saiba mais!
A recente decisão do governo, liderado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), de importar cerca de 1.000 produtos, incluindo smartphones, máquinas industriais e equipamentos de informática, gerou uma onda de críticas nas redes sociais. O deputado federal do Partido Liberal (PL) de Minas Gerais, Nikolas Ferreira, utilizou a plataforma X (antigo Twitter) para expressar sua insatisfação com a medida, publicando um vídeo de pouco mais de três minutos na noite de terça-feira (24 de fevereiro de 2026).
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No vídeo, Ferreira critica o que ele considera um novo imposto criado pelo governo, mencionando o ministro da Fazenda, também do PT. Ele argumenta que o governo é o mais arrecadador do país e que o custo dessa alíquota, que pode chegar a 25% e entrar em vigor em março, recairá sobre o consumidor brasileiro.
A publicação alcançou 1,7 milhão de visualizações no X e 1,6 milhão de curtidas no Instagram.
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A declaração de Ferreira reacendeu o debate sobre a política econômica do governo. O ministro da Fazenda, Haddad, defendeu a medida, justificando-a como um instrumento regulatório para proteger a produção nacional. Segundo ele, mais de 90% dos itens importados são fabricados no Brasil, minimizando o impacto sobre o consumidor final.
Haddad também informou que a norma permite revisões e a possibilidade de redução ou até mesmo a isenção da tarifa, caso necessário.
A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Ministério da Economia, estimou que a medida pode reforçar o caixa federal em até 10 bilhões de reais. No entanto, a repercussão negativa pode levar o governo a reconsiderar a decisão.
O repórter Fabio Graner, do jornal O Globo, apurou que o Palácio do Planalto está avaliando essa possibilidade.
O episódio reacende memórias do início de 2025, quando um normativo da Receita Federal que monitorava transferências de R$ 5.000 via Pix foi explorado pela oposição. A notícia falsa de que o governo taxaria essas transações gerou uma grande repercussão negativa, levando o Planalto a revogar o normativo e exigir da fintechs a mesma fiscalização aplicada aos bancos tradicionais.
A medida foi retomada após a operação da Polícia Federal.
A Fazenda informou que as compras externas de bens de capital e de informática cresceram 33,4% desde 2022. A participação desses produtos no consumo nacional superou 45% em dezembro do ano passado. A equipe econômica teme que essa entrada no mercado nacional “colapse elos da cadeia produtiva” e provoque uma regressão tecnológica no país.
O ministério classificou a alta da alíquota como uma medida “moderada e focalizada”, necessária para reequilibrar preços e mitigar a concorrência assimétrica.
A lista de produtos taxados inclui: Geração de Energia e Motores, Bombas e Compressores, Equipamentos de Refrigeração e Aquecimento, Maquinário de Elevação e Movimentação, Máquinas de Construção e Mineração, Equipamentos Agrícolas, Indústria Alimentícia e de Bebidas, Indústria de Papel, Celulose e Impressão, Indústria Têxtil, Máquinas-Ferramenta e Metalurgia, Informática e Escritório, Telecomunicações, Componentes Eletrônicos, Equipamentos Médicos e Laboratoriais, Transporte Ferroviário, Marítimo e Aéreo, Instrumentos de Medida e Óptica.
Apesar do aumento da alíquota, o governo abriu prazo até 31 de março para pedidos de redução temporária a zero para produtos que já tinham benefício anterior. A concessão poderá ser provisória, por até 120 dias.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.