Operação ousada! EUA capturam Maduro e Cilia Flores em ação chocante! 💥 Nicolás Maduro nega “sequestro” e reafirma soberania da Venezuela. Ação causa choque no cenário internacional
Em 3 de janeiro de 2026, o deputado venezuelano Nicolás Maduro Guerra (PSUV, esquerda), conhecido como “Nicolasito”, fez um pronunciamento forte sobre a situação do país. Ele classificou a operação realizada pelos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, como um “sequestro”.
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A declaração foi feita durante a cerimônia de abertura do ano legislativo da Assembleia Nacional da Venezuela.
Maduro argumentou que o episódio representa uma grave ruptura do sistema internacional. Ele expressou preocupação com a normalização da captura de um chefe de estado, considerando-a um precedente perigoso que ameaça a estabilidade política global.
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A situação, segundo ele, transcende disputas regionais ou bilaterais, representando um ataque direto ao princípio da soberania dos países.
O deputado enfatizou que o governo venezuelano sempre defendeu relações diplomáticas baseadas no respeito mútuo, não apenas com Washington, mas com todos os países. Essa posição foi reiterada pela presidente em exercício, Delcy Rodríguez (MSV, esquerda). “Nós exigimos respeito.
Este é um país soberano. Não estamos nos rendendo e não vamos nos dobrar às ameaças”, declarou.
Nicolasito expressou fé no retorno do pai e da madrasta à Venezuela. “Eles voltarão. Nossos olhos os verão. Seremos testemunhas desse momento histórico”, afirmou. Ele ressaltou que o presidente e a primeira-dama depostos são trabalhadores, educadores e líderes políticos, e que a recusa em entregar o país não deve ser interpretada como uma submissão.
Em 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos (Partido Republicano) anunciou que o país realizou uma operação militar contra a Venezuela, capturando o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, justificou a ação, ordenada por Trump, na noite da sexta-feira anterior.
A operação envolveu ataques a quatro alvos no país, com o uso de 150 caças e bombardeios. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para capturar Maduro e Flores. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.
O presidente Trump, em seu perfil na rede social Truth Social, afirmou que a ação foi necessária. Inicialmente, ele anunciou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida, concentrando-se na exploração e venda do petróleo venezuelano.
Ele informou que conversou com Delcy Rodríguez, a quem a Constituição venezuelana atribui o poder, e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
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Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.