Netanyahu Ordem Expansão Militar no Líbano: Nova Ofensa e Guerra Imminente

Netanyahu intensifica conflito no Líbano com expansão militar! Operação em curso no sul do país ameaça escalada. Crise humanitária se agrava com altos números de vítimas

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(Imagem de reprodução da internet).

Expansão Militar de Netanyahu Intensifica Conflito no Líbano

Em mais um passo que demonstra sua política de expansão militar, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou no domingo (29) a ampliação da ocupação no sul do Líbano. A ordem foi dada durante uma mensagem em vídeo divulgada pelo Comando Norte, onde o líder sionista instruiu suas tropas a “estenderem o controle mais profundamente” em território libanês, visando consolidar o que ele denomina “zona de segurança”.

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Netanyahu justificou a medida alegando a necessidade de neutralizar supostas ameaças de invasão e desviar o foco da resistência da fronteira.

Replicando o Modelo de Gaza

No entanto, em suas declarações, Netanyahu admitiu o objetivo de replicar o “modelo de ocupação de Gaza”, destacando que já estabeleceu três cinturões de segurança “em território inimigo”: na Faixa de Gaza (onde controla mais de 50% do território), na Síria e agora no Líbano. “Eu disse que mudaria a face do Oriente Médio, e mudei”, afirmou Netanyahu, reforçando uma nova doutrina de segurança baseada em uma ofensiva contínua contra nações soberanas.

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Avanço Estratégico no Líbano

Em solo libanês, as forças de ocupação israelenses estão avançando em uma ofensiva coordenada em direção ao rio Litani. Relatos de correspondentes locais indicam que as tropas já alcançaram um afluente ao sul da cidade de Qantara, posicionando-se a apenas algumas centenas de metros do rio.

Analistas consideram essa manobra uma “grande mudança estratégica”, com o objetivo de desalojar o Hezbollah de suas posições históricas. Contudo, a resistência libanesa intensificou os combates nas últimas horas, prometendo uma “grande batalha” em defesa de sua integridade territorial.

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Crimes Contra a Imprensa e a População Civil

A agressão israelense, que se intensificou no início deste mês, gerou uma crise humanitária sem precedentes na região. Segundo o Ministério da Saúde libanês, o número de mortos já ultrapassa 1.238, incluindo 124 crianças. Adicionalmente, as Nações Unidas relatam que mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas à força.

A comunidade internacional também denunciou um “crime flagrante” após o assassinato de três jornalistas na cidade de Jezzine, enquanto desempenhavam suas funções: Ali Shoeib, correspondente do Al-Manar; Fátima Ftouni, jornalista do Al Mayadeen; e Mohammad Ftouni, cinegrafista do Al Mayadeen.

Apesar da tentativa do exército israelense de rotular Shoeib como “terrorista” para justificar o ataque, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) e diversos ministérios das Relações Exteriores alertaram que jornalistas nunca devem ser alvos.

Este incidente eleva para 11 o número de jornalistas libaneses mortos por Israel desde 2023, somando-se aos 210 jornalistas que perderam suas vidas na Faixa de Gaza. “Fátima e Ali eram heróis”, declararam seus familiares durante o funeral em Choueifat, enquanto a mídia local confirmou que eles não se intimidariam com a ofensiva militar israelense e continuariam a denunciar a agressão sionista na região.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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