Netanyahu afirma que Irã perdeu capacidade de enriquecer urânio após ataques aéreos dos EUA e Israel

Benjamin Netanyahu declara que o Irã perdeu capacidade de enriquecer urânio e fabricar mísseis após 20 dias de ataques. Entenda os desdobramentos!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Capacidade do Irã em Enriquecer Urânio e Produzir Mísseis Degradada

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira (19) que o Irã não possui mais a capacidade de enriquecer urânio ou fabricar mísseis balísticos após 20 dias de ataques aéreos realizados pelos EUA e Israel. “Estamos vencendo, e o Irã está sendo dizimado”, declarou, ressaltando que o arsenal de mísseis e drones iranianos está sendo severamente afetado e será completamente destruído.

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Netanyahu destacou que as operações atuais visam destruir as fábricas responsáveis pela produção dos componentes necessários para a construção de mísseis e armas nucleares que o Irã tenta desenvolver. No entanto, ele não apresentou evidências que comprovem a alegação de que o país não tem mais a capacidade de enriquecer urânio.

Contexto do Conflito e Reações do Irã

O programa nuclear iraniano foi um tema central em negociações mediadas que acabaram fracassando, culminando no ataque aéreo dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro. Durante o conflito, o Irã lançou mísseis contra Israel e outros países do Golfo Pérsico, além de bloquear o uso do Estreito de Ormuz por navios-tanque.

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Apesar da guerra que já dura quase três semanas, Netanyahu afirmou que ainda é prematuro afirmar se a população iraniana se mobilizará para tentar derrubar seu governo. “Cabe ao povo iraniano mostrar isso, escolher o momento e estar à altura do momento”, disse ele.

Embora os ataques tenham sido predominantemente aéreos até agora, Netanyahu mencionou a possibilidade de um componente terrestre nas operações, sem fornecer detalhes adicionais.

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Além disso, Netanyahu negou que alguém possa influenciar o presidente Trump em suas decisões. “Alguém realmente acha que alguém pode dizer ao presidente Trump o que fazer?”, questionou.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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