Falecimento de Marcelo Pretto, ícone da percussão corporal
A música brasileira perdeu, na madrugada deste domingo (7), um de seus grandes representantes da percussão corporal e da pesquisa de ritmos populares. Marcelo Pretto, membro do grupo Barbatuques, faleceu aos 58 anos no Hospital Alvorada, em São Paulo.
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O músico não resistiu às complicações de um quadro de diabetes avançada.
Contribuições para a música brasileira
Conhecido entre amigos e colegas de palco pelo apelido Mitsu, Pretto foi fundamental na construção da identidade sonora do Barbatuques, grupo que transformou o corpo humano em um instrumento musical completo. Ele se juntou ao grupo em 1999 e se tornou uma figura central na música percussiva no Brasil.
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Além de sua atuação no Barbatuques, Marcelo integrou o grupo A Barca por mais de 15 anos, dedicando-se à pesquisa e preservação de tradições musicais. Com um currículo extenso, ele contribuiu com seu talento em mais de 50 álbuns de diversos artistas, participando de apresentações em palcos tanto nacionais quanto internacionais.
Legado e impacto
Marcelo era apaixonado pela riqueza do cancioneiro popular e era reconhecido por sua versatilidade vocal e presença marcante nos palcos. Em nota divulgada pelo grupo, foi destacado: “Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques.
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Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença seguirão ecoando na música e em nossos corações”.
