Mudanças no TSE: Nunes Marques, indicado por Bolsonaro, assume presidência em 2026
A saída antecipada de Cármen Lúcia do TSE abre caminho para Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro, liderar as eleições de 2026. Descubra os detalhes!
Mudanças na Presidência do TSE com Saída de Cármen Lúcia
A antecipação da saída de Cármen Lúcia da presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abre espaço para que, pela primeira vez, indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) assumam a liderança da Corte durante uma eleição geral. O ministro Nunes Marques, indicado por Bolsonaro, deve assumir a presidência do tribunal em maio, após a eleição interna agendada para a próxima semana.
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Ele será responsável por conduzir o processo eleitoral de 2026, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro. A eleição interna que formalizará a nova direção está programada para a próxima terça-feira (14). Essa mudança ocorre após o anúncio de Cármen Lúcia, que afirmou que a antecipação visa garantir maior “tranquilidade administrativa” na organização das eleições, evitando transições muito próximas ao pleito.
Nova Direção do TSE
Na prática, a escolha da nova cúpula é protocolar: além de Nunes Marques na presidência, o ministro André Mendonça, também indicado por Bolsonaro ao STF, deve assumir a vice-presidência da Corte. Nunes Marques, que foi indicado ao Supremo em 2020, terá um papel central na coordenação das etapas do pleito, desde o registro de candidaturas até a divulgação dos resultados.
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Como presidente do tribunal, caberá ao ministro supervisionar a logística nacional das urnas eletrônicas, presidir julgamentos relacionados ao processo eleitoral e liderar ações de combate à desinformação. O TSE é composto por sete ministros, com mandatos temporários, sendo três oriundos do STF, dois do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e dois juristas.
A presidência é exercida por um dos ministros do Supremo que fazem parte da Corte.