MPF indica Paulo Thadeu Gomes para PFDC: o que muda sobre direitos humanos?

MPF indica Paulo Thadeu Gomes para a PFDC! Saiba como ele investigará violações de direitos humanos após a chacina no Complexo do Alemão. Clique e confira!

07/04/2026 17:23

2 min

MPF indica Paulo Thadeu Gomes para PFDC: o que muda sobre direitos humanos?
(Imagem de reprodução da internet).

MPF Indica Paulo Thadeu Gomes para a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão

O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) aprovou, nesta quarta-feira, 7 de abril de 2026, a indicação de Paulo Thadeu Gomes da Silva para a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) pelo próximo biênio.

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A PFDC tem um papel crucial, pois acompanha possíveis violações aos direitos humanos relacionadas à chacina ocorrida no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em outubro de 2025. Thadeu Gomes assumirá o cargo, substituindo o subprocurador, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal.

Atribuições e Focos da Nova Gestão na PFDC

A indicação foi formalizada pelo procurador-geral da República e recebeu parecer favorável do relator, subprocurador. As responsabilidades do novo PFDC são amplas e abrangentes.

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Temas de Investigação e Fiscalização

Além de investigar possíveis irregularidades na ação policial que culminou na chacina do Complexo do Alemão, o órgão também acompanhará investigações sobre o uso de redes sociais para a disseminação de conteúdos misóginos.

Outro ponto de atenção será a ação no STF que julga a lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais de Santa Catarina. A procuradoria também fiscaliza o cumprimento de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil.

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Trajetória Profissional de Thadeu Gomes

Atualmente, Thadeu Gomes atua como procurador adjunto, acompanhando nacionalmente o trabalho do MPF em diversas frentes. Seu foco inclui conflitos fundiários e a proteção de reservas ambientais e indígenas.

Contexto da Chacina no Complexo do Alemão

Em 7 de novembro de 2025, Nicolao Dino determinou a abertura de um procedimento investigativo. O objetivo era analisar e responsabilizar agentes públicos por “violações de direitos humanos” durante o evento, que resultou no falecimento de 122 pessoas.

Na ocasião, o chefe do MPRJ, Antonio José Campos Moreira, criticou a atuação da PFDC, afirmando que ela agia por “ideologia”. Ele declarou publicamente que o profissional em questão não teria compromisso com o Ministério Público, mas sim com sua ideologia.

Essa declaração ocorreu na quinta-feira, 13 de novembro de 2025, durante o 16º Congresso Nacional do Ministério Público, realizado em Brasília.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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