MPF arquiva investigação contra Jair Bolsonaro, alegando falta de provas. Acusações vão de genocídio a corrupção, mas não se sustentam. Descubra os detalhes!
O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar o pedido de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família. As acusações incluíam crimes como genocídio durante a pandemia e uso indevido da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
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A decisão foi tomada devido à falta de comprovação documental.
A procuradora da República, Luciana Furtado de Moraes, afirmou em despacho datado de 23 de janeiro que não havia motivos suficientes para a abertura de um processo penal. Segundo ela, as informações apresentadas eram inespecíficas e careciam de provas documentais que sustentassem as alegações complexas e abrangentes.
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O pedido de investigação foi apresentado através da sala de Atendimento ao Cidadão e incluía diversas acusações, como envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, “rachadinhas”, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática.
O MPF destacou que a manifestação tinha um caráter opinativo, com críticas políticas e avaliações morais sobre a gestão do governo federal. Além disso, as afirmações eram consideradas genéricas, sem especificações sobre tempo, modo ou local das supostas práticas criminosas.
O órgão ressaltou que a representação era composta por relatos pessoais e percepções políticas, sem apresentar fatos individualizados ou indícios concretos que justificassem a abertura de uma investigação criminal. O MPF informou que o caso foi arquivado, mas o denunciante tem um prazo de dez dias para recorrer da decisão.
O processo segue em sigilo, conforme solicitado pelo autor da representação.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.