Motos Elétricas e o IPVA em 2026
As motos elétricas estão se tornando cada vez mais comuns nas ruas, mas surge a dúvida: elas precisam pagar o IPVA? Para 2026, é importante que quem pretende adquirir uma moto elétrica esteja ciente das obrigações fiscais. O Contran estabeleceu novas diretrizes para esses veículos, o que pode gerar incertezas entre os proprietários e futuros compradores.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Conforme informações do portal ‘Uol’, a categoria de ciclomotores passou por mudanças significativas em 2026, após uma decisão do Contran. Agora, os condutores devem possuir a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) ou a CNH de categoria A para pilotar.
Além disso, o uso de capacete e outros equipamentos de segurança é obrigatório, e a falta deles pode resultar em multas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
IPVA para Ciclomotores em São Paulo
Em São Paulo, a Secretaria da Fazenda confirmou que não há isenção do IPVA para ciclomotores elétricos. Portanto, esses veículos devem seguir o cronograma de pagamento do imposto, que varia conforme o número final da placa. É importante lembrar que a segunda parcela já venceu para placas com finais entre 1 e 6.
O que caracteriza um ciclomotor?
Ciclomotores incluem scooters e motonetas elétricas com potência limitada, o que anteriormente dispensava a necessidade de CNH para conduzi-los. Esses veículos têm potência de até 4KW e, no caso dos modelos a combustão, um motor de até 50 cm³.
LEIA TAMBÉM!
Eles podem ter duas ou três rodas e atingem uma velocidade máxima de 50 km/h.
Com o crescimento desse mercado nos últimos meses, o Contran decidiu tornar as regulamentações mais rigorosas. A partir de 2026, os ciclomotores devem estar registrados e emplacados nos Detrans, e seus condutores precisam ter a ACC ou a CNH de categoria A.
