O pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026 está se mostrando um assunto de grande importância para todos os motoristas. A falta de pagamento pode gerar sérias complicações, não apenas para o condutor, mas também para o próprio veículo.
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Penalidades e Multas
Diversos estados estão aplicando penalidades rigorosas para quem não regulariza o pagamento do IPVA. Em São Paulo, por exemplo, a cobrança de juros diários de 0,33% já começa a ser aplicada a partir do dia seguinte ao vencimento. O limite máximo de juros é de 20% após 60 dias.
Outros estados, como Ceará e Alagoas, estabelecem um limite de multa em 15% após dois meses de atraso.
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Impacto no Crédito e Negativação
Além das multas e juros, o atraso no pagamento do IPVA pode ter um impacto negativo no histórico financeiro do proprietário. Com a dívida inscrita na Dívida Ativa, o proprietário pode ter o nome negativado, o que dificulta a obtenção de empréstimos e reduz o limite de crédito.
Apreensão e Custos Adicionais
Em casos de atraso prolongado, o veículo pode ser apreendido. A apreensão implica que o veículo é removido e fica armazenado em um pátio, gerando custos adicionais. Uma semana de estadia no pátio, incluindo taxas de rebocamento e liberação, pode custar mais de R$700.
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Valor do IPVA em São Paulo
O valor do IPVA em São Paulo varia de acordo com o preço do veículo, conforme a Tabela FIPE. Para veículos de passeio com menos de 20 anos, o imposto é de 4% do valor do veículo. Motos e similares pagam 2%, enquanto caminhões e microônibus pagam 1,5% e veículos de locadoras, 1%.
Conclusão
É fundamental que os motoristas estejam atentos às datas de vencimento do IPVA e regularizem o pagamento para evitar complicações financeiras e legais. O não cumprimento pode resultar em apreensão do veículo, custos adicionais e restrições ao crédito.
