Mosaic e Rainbow Rare Earths finalizam avaliação promissora em projeto de terras raras em Uberaba!

Mosaic e Rainbow Rare Earths finalizam avaliação promissora em Uberaba, Minas Gerais! Descubra como o projeto de terras raras pode transformar o setor!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mosaic e Rainbow Rare Earths Concluem Avaliação Favorável em Projeto de Terras Raras

A Mosaic e a Rainbow Rare Earths anunciaram a finalização de uma avaliação econômica preliminar positiva para o projeto de terras raras em Uberaba, Minas Gerais. As empresas também firmaram um acordo conjunto para o desenvolvimento do empreendimento.

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Conforme a nota divulgada, a iniciativa será liderada pela Mosaic Fertilizantes, subsidiária da Mosaic no Brasil, em colaboração com a Rainbow. O acordo inclui a realização de um estudo de pré-viabilidade, e, caso os resultados sejam favoráveis, o projeto avançará para um estudo de viabilidade definitiva, previsto para 2026.

Possível Criação de Empresa Conjunta

Após a conclusão dos estudos e uma decisão conjunta sobre o prosseguimento do projeto, as empresas poderão negociar a formação de uma nova empresa com participação de ambas. Nesse cenário, a construção de uma unidade de processamento em Uberaba está programada para 2027.

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Bruce Bodine, presidente e diretor-executivo da Mosaic, destacou que o Brasil tem se tornado um local estratégico para o desenvolvimento de projetos de terras raras nas Américas. Ele ressaltou que a iniciativa combina as operações de fosfato da Mosaic com a experiência da Rainbow no setor de terras raras, visando a recuperação de materiais críticos a partir das operações existentes.

Avaliação Econômica e Produção Estimada

A avaliação econômica preliminar, concluída em fevereiro, sugere que a unidade de processamento poderá tratar cerca de 2,7 milhões de toneladas de fosfogesso anualmente. A estimativa é de produção de 1,9 mil toneladas de óxido separado de neodímio e praseodímio (NdPr) e 600 toneladas de um produto que contém samário, európio e gadolínio (SEG+), ricos em elementos de terras raras médias e pesadas.

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De acordo com o comunicado, o projeto apresenta indicadores econômicos positivos, incluindo uma taxa interna de retorno acima do mínimo estabelecido pelas empresas e um prazo de retorno relativamente curto. As atividades de mineração necessárias para a obtenção desses elementos serão, em grande parte, integradas às operações de fertilizantes já existentes.

Perspectivas para o Futuro

O perfil de retorno do projeto está principalmente ligado às etapas finais de processamento dos elementos de terras raras. A produção está prevista para iniciar em 2030, dependendo da realização de novos estudos, obtenção de autorizações regulatórias, definição de financiamento, decisões de investimento e execução do projeto.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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