Ministro André Mendonça defende prisão de Henrique e Felipe Vorcaro em votação no dia 26 de janeiro

A defesa da prisão de Henrique e Felipe Vorcaro pelo ministro André Mendonça destaca a gravidade das acusações e a necessidade de rigor nas investigações

(Imagem de reprodução da internet).

Ministro André Mendonça defende prisão de Henrique e Felipe Vorcaro

O ministro André Mendonça iniciou seu voto sobre a prisão de Henrique e Felipe, pai e primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no dia 26 de janeiro de 2026, com respostas incisivas ao presidente da 2ª Turma, Gilmar Mendes, que defendeu a derrubada da detenção dos dois.

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O relator das investigações sobre o Banco Master refutou a comparação feita por Gilmar entre este caso e a Lava Jato.

Mendonça afirmou que não age “por pressões da mídia e não busca a mídia”, em resposta ao colega, que havia mencionado “espetacularização” e “sensacionalismo”. “Não é simplesmente crime do colarinho branco, é mais que isso. Não são simplesmente atores num gabinete na Faria Lima, nos palácios que praticaram fraude ou crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro, de prejuízo ao sistema financeiro, de dilapidação de fundo garantidor das poupanças.

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Aqui há contornos de máfia”, disse.

O ministro também destacou que tem consciência de que seu voto pode entrar para a história, como afirmado por Gilmar, e que não “se presta a trabalhos abjetos”. Mendonça rebateu as críticas do colega sobre vazamentos e mencionou a abertura de apurações para identificar os responsáveis por dar publicidade a dados sob sigilo.

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Ele afirmou que pode ser “muito simples acabar com a investigação” e que ele próprio é o “polo mais frágil” de todo o caso.