Reunião do Ministro de Minas e Energia com a CATL na China
Na última quarta-feira (21), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, encontrou-se com representantes da CATL (Contemporary Amperex Technology), uma das maiores empresas do setor de baterias do mundo. O encontro ocorreu durante uma agenda oficial do governo brasileiro na China.
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Durante a reunião, Silveira destacou as recentes descobertas de lítio e terras raras no Brasil, apresentando o país como um ambiente propício para investimentos estrangeiros, especialmente da indústria chinesa. O ministro enfatizou que o Brasil possui condições favoráveis, como estabilidade institucional e segurança jurídica.
A estratégia do governo visa a internalização de etapas importantes da cadeia produtiva dos minerais críticos, priorizando a atração de investimentos para a fabricação de componentes, células e baterias no Brasil. A CATL, que fornece baterias para montadoras como Tesla, BMW, Volkswagen e Ford, desempenha um papel central na cadeia global de veículos elétricos.
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Encontro com o Grupo SANY e Discussões sobre Energia Nuclear
Ainda na China, o ministro Silveira esteve em Changsha, na província de Hunan, onde se reuniu com executivos do Grupo SANY, um dos maiores conglomerados industriais nas áreas de máquinas pesadas e infraestrutura. O setor de energia nuclear, defendido por Silveira em várias ocasiões, também foi um dos focos da agenda internacional.
Em Xangai, na quinta-feira (22), o ministro participou de uma reunião com o economista-chefe da China National Nuclear Corporation, a estatal responsável pelo programa nuclear da China. O objetivo do encontro foi aprofundar o diálogo sobre o desenvolvimento e as aplicações de pequenos reatores modulares.
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Essa tecnologia é considerada uma alternativa para aumentar a geração de energia de base, oferecendo menor custo inicial e maior flexibilidade operacional. Silveira destacou que o fortalecimento do setor nuclear brasileiro depende da atração de investimentos privados, especialmente nas áreas de pesquisa mineral e desenvolvimento da cadeia produtiva do urânio.
