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Ministério Público Federal solicita ao STF a suspensão de ações que visam responsabilizar a União por supostas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social
A Agência Nacional de Segurança Social (AGU) busca assegurar a sustentabilidade do sistema previdenciário e evitar a insegurança jurídica decorrente de inúmeras ações judiciais com resultados incertos.
Por: Gabriel Furtado
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SP - INSS/FRAUDES - ECONOMIA - Fachada do prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no centro de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (9). O governo federal anunciou um pacote de medidas para fortalecer a transparência no INSS e proteger aposentados e pensionistas de descontos indevidos em seus benefícios previdenciários. A principal iniciativa já em curso é a notificação direta dos segurados pelo aplicativo Meu INSS, informando se seus contracheques apresentaram ou não cobranças associativas irregulares. O INSS informou também que vai devolver R$ 292,7 milhões em recursos referentes aos descontos na folha de pagamento de aposentados e pensionistas que estavam bloqueados. Segundo o órgão, essa devolução será feita entre os dias 26 de maio e 6 de junho. 09/05/2025 - Foto: CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de todos os processos judiciais em curso no Brasil que buscam responsabilizar a União e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelos descontos indevidos nos benefícios dos aposentados. Segundo a AGU, o objetivo é assegurar a sustentabilidade da Previdência e evitar a insegurança jurídica gerada por milhões de ações com resultados imprevisíveis. A AGU também pediu a suspensão da eficácia das decisões que consideraram a responsabilidade da União e do INSS por esses descontos.
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A União busca uma decisão liminar para a suspensão imediata e, posteriormente, no mérito, a declaração de inconstitucionalidade dessas decisões. O Ministério Público Federal argumenta que a revelação da fraude, cometida por entidades associativas, intensificou a judicialização contra a Previdência. O órgão também alega que a suspensão dos processos é necessária para preservar a capacidade administrativa do INSS de processar os pedidos de restituição. Na petição, o MPF sustenta que há decisões conflitantes sobre os temas na Justiça, e algumas delas têm imputado à União e ao INSS o pagamento em dobro do valor a ser ressarcido pelos descontos ilegais.
Com informações da IstoÉ Publicado por Fernando Dias
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.
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