Ministério da Educação investe pesado em educação indígena! 🚀 117 escolas surgirão em todo o Brasil, impulsionadas por R$ 785 milhões. O ministro Camilo Santana promete igualdade e acesso à educação de qualidade para os povos originários. #EducaçãoIndígena #Brasil
Em um esforço para reduzir as desigualdades educacionais no país, o Ministério da Educação anunciou nesta quinta-feira, 26 de julho de 2026, a construção de 117 escolas destinadas às comunidades indígenas. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, durante uma visita à comunidade Sahu-Apé, localizada no estado do Amazonas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O ministro enfatizou a importância da iniciativa, ressaltando a dívida histórica do Brasil com os povos originários e a necessidade de garantir acesso a uma educação de qualidade para todos.
Durante o evento, Camilo Santana destacou que as novas escolas proporcionarão um ambiente adequado para o aprendizado, com espaços para recreação e atividades escolares. A iniciativa representa um investimento de R$ 785 milhões, provenientes do Eixo Educação, Ciência e Tecnologia do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que em 2026 expandiu seu escopo para incluir a construção e ampliação de escolas indígenas em todo o território nacional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O objetivo é assegurar que os estudantes indígenas tenham acesso a uma educação digna e de qualidade.
As 117 escolas a serem construídas serão planejadas para respeitar a identidade cultural, os modos de vida e a organização territorial dos povos originários e comunidades tradicionais. A construção se estenderá por 17 estados brasileiros, com o Amazonas, Roraima e Amapá recebendo a maior parte das novas escolas, com 27, 23 e 17 unidades, respectivamente.
Além desses três estados, a iniciativa beneficiará também os estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins.
A seleção dos locais para a construção das escolas foi baseada em critérios técnicos, territoriais e populacionais. O processo de formalização das propostas foi conduzido através do sistema TransfereGov, com a participação dos governadores estaduais.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realizou uma análise técnica preliminar, enquanto a Caixa Econômica Federal foi responsável pela operacionalização do projeto. A pasta do Ministério da Educação informou que o projeto está em andamento, buscando garantir o acesso à educação para as comunidades indígenas em todo o país.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.