Minerva Foods projeta crescimento nas exportações de carne bovina para a China em 2026

A Minerva Foods projeta manter suas exportações de carne bovina para a China em 2026, com preços mais altos e maior rentabilidade. Descubra os detalhes!

07/05/2026 21:01

2 min

Minerva Foods projeta crescimento nas exportações de carne bovina para a China em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Minerva Foods e o Mercado Chinês de Carne Bovina em 2026

A China deve continuar sendo o principal destino para as exportações de carne bovina da Minerva Foods no primeiro semestre de 2026, impulsionada por preços mais altos pagos pelo produto destinado ao país asiático. Apesar das medidas de salvaguarda e das restrições relacionadas às cotas de importação, a empresa espera manter neste ano o mesmo volume embarcado para o mercado chinês em comparação com 2025, com uma perspectiva de maior rentabilidade nas operações.

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Durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre, realizada na quinta-feira (7), o CEO da Minerva Foods, Fernando Queiroz, destacou que a China teve um papel mais relevante no início do ano e deve continuar sendo mais importante que os Estados Unidos ao longo do primeiro semestre. “Depois, os EUA passam a ser mais importantes”, afirmou Queiroz.

Desempenho das Exportações

De acordo com a empresa, a Ásia respondeu por 36% dos embarques de carne bovina no trimestre, com a China representando 29% do total. Em termos de receita bruta, a Ásia correspondeu a 17%, enquanto a China ficou com 10%. As exportações totalizaram 63% da receita da companhia no período.

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O CFO da Minerva Foods, Edson Ticle, afirmou que, apesar das restrições, a expectativa é manter os volumes exportados para a China neste ano. Ele ressaltou que as operações da empresa na Argentina, Uruguai e Colômbia devem compensar parte das limitações enfrentadas pelo Brasil, uma vez que esses países continuarão com acesso ao mercado chinês quando as cotas brasileiras forem preenchidas.

Expectativas Futuras

Ticle mencionou que, embora o volume de exportações para a China permaneça igual, os preços devem ser significativamente mais altos em comparação ao ano anterior. A companhia espera um “ganho muito maior de China” em relação a 2025. A expectativa é que os efeitos positivos sejam sentidos até o terceiro trimestre, com os primeiros resultados já visíveis em abril.

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Queiroz também comentou que, após esse período, os mercados internos devem ganhar maior relevância para a empresa. “Vemos mudança de destino A para destino B, mas ainda consideramos a China como o principal destino”, afirmou. O CEO destacou que fatores como câmbio e competitividade global continuam a influenciar as operações da empresa, que tem demonstrado resiliência no mercado brasileiro, enquanto outros países da América do Sul também apresentam desempenho positivo.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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