Milton Cunha causa polêmica com “laço super bicha” no Sambódromo do Rio!

Milton Cunha causa polêmica no Sambódromo do Rio! Aprovado com “laço super bicha” e declaração ousada. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Milton Cunha e a Surpresa no Sambódromo do Rio

Na noite de domingo, 15, Milton Cunha voltou a ser o centro das atenções durante a transmissão dos desfiles das escolas de samba do grupo especial no Rio de Janeiro. Em um momento que viralizou rapidamente, o apresentador cortou um “laço super bicha” para marcar a inauguração do Espaço Globeleza na Marquês de Sapucaí.

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“Eu sou hétero, eu sou hétero”, gritou Milton, provocando aplausos e risadas da plateia. A brincadeira, que envolve a comunidade LGBTQIA+, gerou grande repercussão nas redes sociais. O apresentador, com seu jeito espontâneo, comentou sobre o glamour do evento e a presença do adereço.

“É muito glamour, mas botaram um laço super bicha aqui”, iniciou ele, logo no começo do desfile da Acadêmicos de Niterói. Em seguida, reforçou: “Mas eu sou hétero, eu sou hétero. Viva”, antes de finalmente cortar o adereço. “Aqui eu vou entrevistar quem acontece no desfile, começou o babado fortíssimo”, completou.

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Lula na Sapucaí: Uma Homenagem Polêmica

Durante a transmissão, a Globo também acompanhou a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Marquês de Sapucaí. O presidente desceu do camarote para cumprimentar integrantes da Acadêmicos de Niterói, escola que o homenageava.

“O presidente Lula está na Marquês de Sapucaí acompanhando o desfile da Acadêmicos de Niterói. Há pouco, ele desceu do camarote. A gente está vendo a imagem. Ele foi até a pista para cumprimentar o casal de mestre-sala e porta-bandeira”, explicou o apresentador Alex Escobar.

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Lula estava cercado de fotógrafos e ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Antes da transmissão do desfile, a emissora divulgou uma nota de um repórter sobre ações judiciais que tentaram impedir a homenagem, alegando propaganda eleitoral antecipada.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou que impedir o Carnaval naquele momento poderia ser uma forma de censura prévia, mas alertou que a decisão não garante imunidade a políticos ou escolas, que ainda podem ser responsabilizados.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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