Milei afirma que não se deixará abalar por ataques com pedras em evento

O presidente argentino atribuiu a responsabilidade por ataques a opositores políticos.

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente da Argentina, Javier Milei, reduziu à mínima nesta quinta-feira (28) o ataque com pedras contra sua comitiva que o obrigou a abandonar um evento na quarta-feira (27). Ele afirmou que não seria intimidado e atribuiu a agressão a adversários políticos.

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O presidente declarou que, durante um evento de campanha, ocorreu uma situação anômala, na qual um grupo hostil invadiu o local e começou a arremessar pedras contra os presentes. Ele afirmou que tal ocorrência não o intimidaria, relembrando que, durante sua prática de futebol no Chacarita, enfrentou diversas situações envolvendo pedras.

Milei foi retirado rapidamente do evento por sua equipe de segurança, em Buenos Aires, após manifestantes arremessarem pedras e outros objetos à caravana.

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O presidente viajava na parte de trás de uma caminhonete acompanhado de membros da equipe de segurança e sua irmã, Karina Milei, que também é chefe de gabinete, durante a campanha para as próximas eleições locais e de meio de mandato.

Indivíduos na multidão começaram a lançar objetos, e pelo menos uma pedra atingiu o para-choque da caminhonete. Outros objetos também foram observados sendo arremessados contra a cabeça do presidente.

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Escândalo de corrupção

Várias pessoas próximas a Milei, incluindo a irmã, estão envolvidas em um escândalo de corrupção por alegações de suborno na Agência Nacional para a Deficiência (ANDIS).

Na sexta-feira (22), autoridades argentinas efetuaram buscas em diversos imóveis como parte de uma investigação criminal sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo Diego Spagnuolo, que coordenava a agência.

Os veículos de comunicação locais divulgaram gravações de áudio em que uma voz com características semelhantes à de Spagnuolo pode ser ouvida abordando questões de propina na agência e indicando que Karina Milei estaria recebendo pagamentos.

O governo de Milei exonerou Spagnuolo na semana passada “como medida preventiva”.

Fonte por: CNN Brasil

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