Medalhas da Olimpíada de Inverno de Milão-Cortina enfrentam problemas, mas solução já foi encontrada! Atletas poderão devolver medalhas danificadas para reparo.
Nesta terça-feira (10), a organização local anunciou que encontrou uma solução para evitar que as medalhas da Olimpíada de Inverno de Milão-Cortina se danifiquem. Atletas poderão devolver as medalhas afetadas para reparo. Os problemas com as medalhas foram um dos tópicos abordados nos primeiros dias de competição, que, segundo os organizadores, têm transcorrido sem outros contratempos significativos.
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Os organizadores, em colaboração com a Casa da Moeda do Estado Italiano, responsável pela fabricação das medalhas, informaram que “uma solução foi identificada e uma intervenção direcionada foi implementada”, conforme declarou Luca Casassa, diretor de Comunicação de Milão-Cortina 2026.
Ele ressaltou que apenas um número restrito de medalhas apresentou defeitos e que os atletas poderão devolvê-las para reparo imediato.
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Casassa enfatizou o compromisso de Milão-Cortina 2026 em assegurar que as medalhas, que representam a maior conquista na carreira de cada atleta, atendam aos mais altos padrões de qualidade e atenção aos detalhes. Um dos casos mais notáveis foi o da americana Breezy Johnson, vencedora do downhill feminino, que exibiu uma medalha danificada, da qual a fita havia se desprendido.
Os organizadores não detalharam o problema técnico específico que foi identificado. Contudo, uma fonte próxima ao caso mencionou que a falha pode estar relacionada ao fecho e à fita da medalha, que possuem um mecanismo de liberação exigido por lei para prevenir riscos de estrangulamento ou outros ferimentos.
As medalhas pesam cerca de 500 gramas, assim como as de prata, e contêm 6 gramas de ouro, enquanto as de bronze são um pouco mais leves, com 420 gramas.
Os organizadores locais avaliaram de maneira positiva a realização dos Jogos, que ocorrem em uma vasta área do norte da Itália, de Milão a diversas sedes nos Alpes. “Nos primeiros quatro dias, o que encontramos é muito encorajador: estádios e competições frequentemente lotados, fan zones repletas de pessoas desfrutando da atmosfera dos Jogos”, afirmou Casassa.
Ele também destacou que o feedback dos atletas, os verdadeiros protagonistas, tem sido extremamente positivo até o momento.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.