Metroviários de SP ameaçam greve histórica em busca de novas contratações
Metroviários de São Paulo alertam para possível greve! 🚨 Pressão por novas contratações e fim de cortes no Metrô. A paralisação pode afetar as linhas 1-Azul,
Metroviários de São Paulo Anunciam Possível Greve em Busca de Novas Contratações
Os metroviários de São Paulo anunciaram a possibilidade de uma greve para a próxima quarta-feira (13). A paralisação, conforme o sindicato da categoria, visa principalmente a pressão por novas contratações e o cumprimento de cláusulas sociais e econômicas que, segundo eles, têm sido negligenciadas pela administração do Metrô.
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A principal preocupação da equipe é o que consideram um “esvaziamento do quadro de funcionários”. O sindicato destaca que a falta de pessoal operacional tem gerado uma sobrecarga excessiva, impactando negativamente a saúde dos trabalhadores e a segurança do serviço prestado.
Abertura de Concursos Inegociável
A abertura imediata de concursos públicos para preencher as vagas em aberto é o ponto central da Campanha Salarial 2026. Camila Lisboa, secretária de comunicação do Sindicato dos Metroviários, informou que a equipe atual conta com 5.663 funcionários, responsáveis por diversas áreas, incluindo operação de trens, segurança, manutenção e administração.
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Reivindicações Além das Contratações
Além da necessidade de novas contratações, a categoria também reivindica a igualdade salarial, apontando que profissionais que exercem as mesmas funções recebem valores diferentes, gerando distorções no plano de carreira. O sindicato também defende a manutenção do plano de saúde e o pagamento da Participação nos Resultados.
A categoria alega que o Metrô tem utilizado as negociações para tentar reduzir direitos já conquistados, o que tem aumentado a adesão à possibilidade de greve nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.
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Greve e Impacto nas Linhas
Caso a greve seja aprovada na assembleia do dia 12, a operação das linhas estatais será interrompida a partir das 0h do dia 13 de maio. O sindicato justifica a mobilização como uma resposta à priorização de cortes de custos em detrimento da valorização dos metroviários e da qualidade do transporte público.