Mercados Europeus Disparam em Alta com Alívio nas Tensões Comerciais de Trump!

Mercados europeus disparam em alta após Donald Trump amenizar tensões comerciais. Descubra como isso impactou as bolsas e quais setores se destacaram!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercados Europeus Encerram em Alta Após Alívio nas Tensões Comerciais

As bolsas de valores da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (22), em um clima de alívio após o presidente dos EUA, Donald Trump, recuar de suas ameaças comerciais contra aliados europeus. A diminuição das tensões relacionadas à Groenlândia ajudou a restaurar o apetite por risco, beneficiando setores mais expostos ao comércio internacional.

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Além disso, investidores ajustaram suas posições em resposta a novos dados econômicos e à proximidade da reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. Em Londres, o FTSE 100 teve um aumento de 0,12%, alcançando 10.150,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,28%, atingindo 24.876,24 pontos.

O CAC 40, em Paris, avançou 0,99%, fechando a 8.148,89 pontos.

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Desempenho das Ações e Setores em Destaque

O FTSE MIB de Milão registrou um crescimento de 1,36%, chegando a 45.091,23 pontos, enquanto o Ibex 35 de Madri subiu 1,37%, alcançando 17.678,90 pontos. O PSI 20 de Lisboa teve um ganho de 1,70%, fechando a 8.604,45 pontos. Vale ressaltar que essas cotações são preliminares.

O anúncio de um “arcabouço” de acordo envolvendo a Groenlândia diminui os riscos imediatos, segundo o ING. No entanto, o mercado ainda aguarda mais detalhes e tende a voltar a se concentrar em fatores macroeconômicos, especialmente com a reunião do Fed se aproximando, no final do mês.

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Setores em Alta e Baixa

Entre as ações, as montadoras se destacaram, beneficiadas pela suspensão das tarifas, com a Volkswagen subindo mais de 6% em Frankfurt. A Deutsche Börse também teve um aumento de cerca de 4% após anunciar um acordo para adquirir a Allfunds, um movimento considerado positivo para os resultados já no primeiro ano, segundo analistas do JPMorgan.

No entanto, ações do setor de defesa, como Rheinmetall e Leonardo, apresentaram quedas de aproximadamente 3,4% e 3,1%, respectivamente, devido à percepção de menor risco geopolítico. Em Londres, as ações ligadas a metais enfrentaram pressão, com mineradoras registrando uma queda de cerca de 0,5% em um dia de ajuste do ouro.

Nos Estados Unidos, os dados econômicos divulgados ao longo do dia reforçaram um cenário considerado construtivo, indicando um crescimento resiliente da atividade e uma inflação sob controle. O monitoramento do CME Group mostra que o mercado ainda espera um primeiro corte de juros apenas em junho.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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