Mercado em Alerta: Dólar Sobe, Inflação Aumenta e Bolsas Caem Globalmente

Dólar dispara e aversão ao risco no mundo! 🚨 Ibovespa em queda e temores de inflação global assombram o mercado. Saiba mais!

Mercado Reage a Cenário Internacional e Expectativas Inflacionárias

O dólar comercial encerrou a segunda-feira (4 de maio de 2026) em R$ 4,968, registrando um aumento de 0,32% após um mês de abril marcado por uma queda de 4,38%. A moeda americana atingiu sua máxima em R$ 4,968 e sua mínima em R$ 4,948, refletindo a volatilidade do mercado.

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Paralelamente, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, apresentou uma queda de 0,92%, fechando aos 185.600,12 pontos, com um mês de abril praticamente estável em relação a março.

Petróleo em Alta e Preocupações Globais

No exterior, o mercado de petróleo acelerou sua alta. O contrato futuro do tipo Brent subiu 5,49%, atingindo US$ 113,66 às 18h. Essa valorização se deve à escalada da guerra no Oriente Médio e ao fechamento do Estreito de Ormuz, rota crucial para o transporte de petróleo, responsável por 20% do consumo mundial.

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O Irã anunciou o lançamento de mísseis, intensificando ainda mais as tensões. A alta do petróleo tem gerado temores de inflação global, impactando negativamente as bolsas de valores em todo o mundo.

Mercado Americano em Declínio

Nos Estados Unidos, o Dow Jones fechou com uma queda de 1,13%, aos 48.941,90 pontos. O S&P 500 também registrou uma desvalorização de 0,41%, atingindo os 7.200,81 pontos, enquanto a Nasdaq caiu 0,19%, fechando aos 25.067,80 pontos. Esses resultados refletem a pressão exercida pelo cenário internacional e pelas expectativas inflacionárias.

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Cenário Local e Expectativas Inflacionárias

No Brasil, o mercado reage às decisões do Banco Central. Após o Copom (Comitê de Política Monetária) cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, as estimativas para a inflação foram revisadas para cima. A expectativa agora é que a inflação termine o ano em 4,89%, em vez dos 4,86% anteriormente projetados.

Essa é a oitava semana consecutiva de alta na projeção inflacionária, e o nível de expectativa está acima do teto da meta perseguida pelo BC, que é de 4,5%.

Novas Medidas Governamentais no Radar

Além das decisões do Banco Central, o mercado também acompanhou de perto o novo programa federal de renegociação de dívidas e a nova edição do Desenrola Brasil. Essas iniciativas podem ter um impacto significativo na economia brasileira e influenciar o desempenho do mercado financeiro nos próximos meses.