A jornalista Maria Prata, esposa do comunicador Pedro Bial, compartilhou um momento de grande apreensão após um assalto ocorrido com sua filha, Dora. O relato, publicado em sua conta do Instagram, descreve a experiência angustiante que viveu, buscando transmitir a vulnerabilidade e o medo que a situação causou.
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Maria detalhou o incidente, começando com a imagem que se tornou familiar em muitos feeds: “Uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua”. Ela descreveu o momento em que ela e Dora estavam em uma rua residencial, na Lapa, e o assaltante abordou-as, exigindo o celular e a senha.
“Eu dizia a senha, mas, nervoso, ele errava as teclas. ‘Repete! A senha!!’ ‘Eu abro o celular pra você!’”, relatou Maria, descrevendo a situação tensa e a necessidade de repetir a senha repetidamente. O assaltante, visivelmente nervoso, acabou desconfiando que ela era policial, passando a mão na cintura para verificar se estava armada.
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A filha, Dora, de apenas cinco anos, não viu a arma e não compreendeu a gravidade da situação. Após entrarem na casa e receberem o apoio de amigos, Dora sentiu o impacto do ocorrido, chorando e expressando o desejo de retornar para casa. A polícia chegou para registrar o depoimento, e a família passou por horas de telefonemas para cancelar todos os registros.
Durante todo o dia, Dora questionou a mãe sobre o que havia acontecido, tentando entender quem era o homem, por que ele queria o telefone e a senha, e por que isso acontecia. Maria, profundamente abalada, confessou que não consegue parar de pensar no susto.
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“São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara”, desabafou Maria, evidenciando a intensidade do trauma.
Apesar do susto, Maria e Dora estão bem, recebendo o apoio da família e amigos. Ela expressou gratidão a todos que a receberam e reafirmou a importância de valorizar a vida, ressaltando que o desfecho poderia ter sido muito pior.
