Marco Rubio revela planos de Trump para a Venezuela: possibilidade de ocupação e envio de tropas!
Marco Rubio revela que Donald Trump não descarta a ocupação da Venezuela e mantém opções militares em aberto. Entenda as implicações dessa declaração!
Declarações de Marco Rubio sobre a Venezuela
No último domingo (4), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o presidente Donald Trump não pretende descartar publicamente a possibilidade de uma ocupação da Venezuela ou o envio de tropas para o país. A declaração foi feita após Trump afirmar que “governará” a Venezuela por enquanto.
Rubio, em entrevista ao programa “Face the Nation” da CBS, destacou que Trump não considera descartar as opções disponíveis para os EUA, mesmo que o envio de tropas não seja a prioridade atual. “Estamos vendo uma ‘quarentena’ que nos permite exercer uma influência significativa sobre os próximos passos”, acrescentou.
Presença Militar e Combate ao Narcotráfico
O secretário de Estado também mencionou que Trump deseja manter a opção de enviar tropas, mas enfatizou a importância da “presença militar” dos EUA na região. Segundo Rubio, a administração continuará a atacar embarcações ligadas ao narcotráfico e manterá o bloqueio contra navios sancionados que operam na Venezuela.
Rubio ressaltou que essas ações podem impactar a forma como o regime de Maduro gera receita. “Estamos em uma ‘quarentena’ e esperamos mudanças, não apenas na gestão da indústria petrolífera em benefício da população, mas também no combate ao narcotráfico e à violência das gangues”, afirmou.
Movimentações na Fronteira e Situação Política
Informações de um oficial venezuelano, publicadas no sábado (3) pelo jornal The New York Times, indicam que a esposa de Maduro, Cilia Flores, foi capturada por forças especiais. O casal foi retirado à força do quarto e levado de helicóptero para Manhattan, onde foi escoltado por um comboio policial.
Trump declarou que a Venezuela será governada pelos EUA por enquanto, incluindo a possibilidade de envio de tropas, se necessário. Contudo, não está claro como o presidente americano planeja supervisionar a situação no país, especialmente considerando o vácuo de poder que pode surgir com a remoção de Maduro.