Márcio França critica entraves na campanha de Fernando Haddad e pede definição sobre Senado

Márcio França alerta que os conflitos internos na campanha de Fernando Haddad podem prejudicar a disputa pelo governo de São Paulo e pede definição sobre

17/06/2026 05:21

2 min

Márcio França critica entraves na campanha de Fernando Haddad e pede definição sobre Senado
(Imagem de reprodução da internet).

Márcio França critica entraves na campanha de Fernando Haddad

O ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), declarou em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (16) que os conflitos entre aliados na campanha do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), estão causando perda de tempo na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

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França observa que a indefinição sobre quem irá para o Senado cria uma situação delicada, especialmente enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já realiza eventos com seus aliados.

“Nós estamos perdendo tempo. Não temos feito isso porque fica uma situação delicada, a gente vai num lugar, eu falo bem delas e elas também falam bem de mim, mas nenhuma delas até agora falou o que eu estou dizendo: ‘Eu aceito qualquer que seja a decisão’”, afirmou França.

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O grupo político de Haddad inclui, além de França, a deputada federal e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), e a ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), como pré-candidatas ao Senado.

Perspectivas eleitorais e posicionamento de França

Apesar da indefinição, a avaliação é de que Marina pode contribuir para a eleição de Lula na capital paulista e na região metropolitana, enquanto Tebet apresenta um desempenho mais forte no interior. França, que possui um histórico eleitoral positivo e forte apelo na Baixada Santista, declarou: “Naturalmente pretendo disputar a eleição ao Senado e ser senador.

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Acho relevante que voltemos a ter peso no Senado em São Paulo”.

França também ressaltou que, apesar de sua intenção de concorrer ao Senado, respeita a decisão final de Lula e acredita que as outras pré-candidatas farão o mesmo. “Somos todos amigos, a pretensão deve ser assim: ‘Presidente, escolha como o senhor achar melhor, do jeito que você fizer nós vamos respeitar’.

Vou aceitar o que o presidente entender correto”, concluiu.

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Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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