Manuela Dias relembra romance de infância e critica incentivos fiscais em nova entrevista

Manuela Dias relembra romance de infância em entrevista à GQ! A escritora de “Ligação Perigosa” revela detalhes de um amor de época, com recordações do primeiro encontro. Wagner Moura critica redes sociais e desmente notícias falsas sobre seus ganhos

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(Imagem de reprodução da internet).

Manuela Dias, conhecida por suas obras para a TV Globo como “Ligação Perigosa”, “Justiça, Amor de Mãe” e “Vale Tudo”, compartilhou detalhes de um romance do passado em uma entrevista à revista GQ. A escritora descreveu o relacionamento como um amor que transcendeu o tempo, relembrando o primeiro encontro com o então colega na Universidade Federal da Bahia. “Ele era um amor que se transformou, algo que carrego comigo até hoje.

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Lembro-me vividamente da primeira vez que o vi: ele usava uma calça de alfaiataria feita por sua mãe, Piu Piu, e sapatos de camurça de amarrar. Havia algo em seu olhar que me cativou para sempre”, declarou Manuela.

Reflexões Sobre a Experiência

Em seguida, Manuela refletiu sobre a experiência, descrevendo a intensidade do sentimento. “Foi como se um foguete decolasse, um vulcão entrasse em erupção. O galã de olhos tristes, com seus horizontes cada vez mais longínquos. Ele era ator, pensador, escritor, ativista… Um artista que expandia os meus conceitos”, completou a escritora, demonstrando admiração pela personalidade do indivíduo.

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Opiniões Sobre Redes Sociais

A entrevista também abordou a opinião de Wagner Moura sobre o uso de redes sociais. Durante a conversa com a revista GQ, ele revelou não possuir perfis nessas plataformas. “Na época em que surgiram, achava que parecia uma revista de celebridades como a Caras, com edições auto editadas.

Cada um editava a sua própria revista, com seus labradores e comida. Depois, comecei a entender que elas também têm uma função, mas não tenho vocação para isso”, explicou Wagner.

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Reações a Notícias Falsas

Wagner também comentou sobre a disseminação de notícias falsas sobre si. “É curioso como as pessoas leem manchetes sobre mim, como receber R$ 7 milhões. Isso não aconteceu. O filme ‘O Agente Secreto’ passou por um edital público do Fundo Setorial.

Nos Estados Unidos, os estados competem por incentivos fiscais para produções cinematográficas. Eles entendem que o cinema não é apenas geração de cultura, mas também geração de empregos e renda”, afirmou o artista.

Comparação com Outras Indústrias

Wagner concluiu a entrevista com uma reflexão sobre a importância da indústria audiovisual para a economia brasileira. “A indústria do audiovisual no Brasil, proporcionalmente, cria mais empregos e mais renda do que o agronegócio e a indústria automobilística, que recebem muito mais incentivo fiscal.

Não vejo ninguém da direita falando: ‘P*rra, um incentivo fiscal para o agronegócio, que sacanagem! O setor automobilístico está mamando nas tetas do governo! É desonesto’”, finalizou o artista.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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