Jaqueta intacta emerge após 30 anos! Surpreendente achado na cremação dos Mamonas Assassinas. Dinho e a memória do grupo chocam o Brasil. Saiba mais!
Completa-se hoje, em 2026, três décadas da trágica morte de Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio, integrantes dos Mamonas Assassinas. O acidente aéreo que ceifou suas vidas interrompeu abruptamente uma trajetória de sucesso e deixou o Brasil em profunda comoção.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A memória do grupo, no entanto, continua viva, mantida com carinho por seus familiares e amigos.
A recente exumação dos restos mortais dos integrantes para a cremação, etapa crucial para a construção de um memorial em homenagem à banda, revelou um achado inesperado. Uma jaqueta, pertencente a Dinho, o vocalista, foi encontrada praticamente intacta na gaveta onde havia sido depositada desde o enterro.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, confirmou a informação, revelando que a peça permanecia lá desde o momento do sepultamento.
Hildebrando Alves, pai de Dinho, que reside em Guarulhos com a esposa Célia, manteve por muitos anos um acervo dedicado ao grupo em seu sítio, a “Chácara dos Mamonas”, localizado em Itaquaquecetuba. O espaço, adquirido por Dinho em 1995, foi vendido em 2019 devido à crescente urbanização da região, tornando a manutenção do local inviável.
Ele lamentou a perda do local, afirmando que a decisão não foi motivada por questões financeiras, mas pela impossibilidade de continuar preservando o espaço como um sítio e chácara.
Outros membros da família também contribuem para a preservação do legado dos Mamonas Assassinas. Samuel e Sérgio, filhos de Seu Ito, e Júlio, irmão de Paula Rasec, mantêm viva a memória do grupo. Paula compartilha lembranças da banda em suas redes sociais, enquanto Seu Ito tem comparecido a homenagens e, em um momento emocionante, interpretou a música “Minha camisa vermelha”, inspirada em “Pelados em Santos”.
Beto Hinoto, sobrinho de Bento, segue carreira artística celebrando o repertório dos Mamonas Assassinas. Ele até mesmo integrou uma nova formação do grupo e interpretou o tio no cinema, aproximando uma nova geração desse fenômeno dos anos 90. A história da banda continua sendo celebrada em produções como o documentário “Mamonas, eu te ai love iú”, que estreou recentemente na TV Globo, revisitando a trajetória dos cinco jovens de Guarulhos.
Entre memórias preservadas, amizades que resistiram ao tempo e projetos que resgatam a irreverência do quinteto, o legado dos Mamonas Assassinas permanece vivo, demonstrando que a história interrompida em 1996 continua pulsando no coração dos fãs e familiares.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.