Deslocamento em Massa no Líbano e Conflito no Oriente Médio
Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, conforme informações das autoridades locais. Muitas dessas pessoas estão no sul do país e em áreas próximas à capital, Beirute. Atualmente, mais de 130 mil indivíduos vivem em abrigos coletivos.
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Na semana passada, a ONU fez um apelo por US$ 308 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão) para auxiliar o Líbano a enfrentar as consequências da guerra. O Ministério da Saúde libanês reportou que mais de 880 pessoas perderam a vida devido a ataques israelenses, sem distinção entre combatentes e civis.
Conflito entre EUA, Israel e Irã
O conflito teve início em 28 de fevereiro, com um ataque coordenado entre os Estados Unidos e Israel em Teerã, resultando na morte de diversas autoridades de alto escalão do regime iraniano. Os EUA alegam ter atacado alvos militares, incluindo sistemas de defesa aérea e aviões.
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Em resposta, o regime iraniano lançou ataques contra os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, afirmando que seus alvos são apenas interesses dos EUA e de Israel nessas nações.
Impacto da Guerra no Irã e no Líbano
Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis morreram no Irã, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA. A Casa Branca confirmou ao menos sete mortes de soldados americanos em decorrência direta dos ataques iranianos.
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O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, também intensificou suas ações em retaliação à morte de Ali Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano, resultando em centenas de mortes no território libanês.
Nova Liderança no Irã
Com a morte de grande parte da liderança iraniana, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo. Especialistas indicam que essa nova figura representa uma continuidade da linha dura do regime. Donald Trump expressou descontentamento com essa escolha, afirmando que desejava estar envolvido no processo e considerou que Mojtaba seria “inaceitável” para a liderança do Irã.
