Maíra revela traumas de abusos e violência em desabafo impactante no Papo Íntimo
Maíra faz um desabafo poderoso sobre abusos e violência em seu passado, revelando experiências traumáticas que marcaram sua vida. Não perca!
Desabafo de Maíra sobre Violência e Abusos
Maíra, de 42 anos, fez um desabafo impactante sobre experiências traumáticas de seu passado durante sua participação no podcast Papo Íntimo. A influenciadora compartilhou detalhes sobre abusos que sofreu na juventude, incluindo assédio por parte de um ex-patrão e as marcas deixadas por um relacionamento abusivo que vivenciou aos 19 anos. “Eu fui parar em cativeiro, fui estuprad*, foi bem forte”, afirmou.
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Ao discutir essa relação, Maíra revelou que buscou ajuda da polícia, mas se sentiu desamparada ao tentar registrar as ameaças e episódios de violência. “O delegado falou: ‘Briga de marido e mulher não se mete a colher’”, recordou. É importante mencionar que esse relacionamento abusivo ocorreu há cerca de 25 anos, em um período em que a violência contra a mulher ainda não era tipificada pela Lei Maria da Penha.
Decisão de Mudar e Enfrentar a Situação
Após esses acontecimentos, Maíra decidiu deixar São Paulo e se mudar para o Mato Grosso. “Eu entendi que eu precisava me defender, eu precisava falar, eu precisava me impor”, declarou. Ela completou: “Foi ali o momento onde, inconscientemente, eu pensei: ou eu faço alguma coisa por mim mesma, ou ninguém vai fazer”.
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Denúncia de Assédio no Trabalho
No mesmo podcast, Maíra também denunciou o comportamento invasivo de um antigo chefe de televisão, que costumava assediar funcionárias fisicamente em público. Sem revelar nomes, a empresária contou que o agressor apertava os seios das mulheres na frente de todos, tratando a violência como algo normalizado.
Segundo ela, as vítimas enfrentavam dificuldades em reagir para não parecerem “loucas”, e suas tentativas de impor limites eram frequentemente desacreditadas.
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Maíra justificou seu silêncio anterior pelo constrangimento, mas enfatizou a importância de expor esses abusos agora, destacando a necessidade de romper o ciclo de violência e silenciamento.