Maíra Cardi revela traumas de abusos na adolescência e desabafa sobre relacionamentos tóxicos

Maíra Cardi faz desabafo impactante sobre abusos na adolescência e experiências traumáticas com relacionamentos. Descubra como isso moldou sua vida!

13/05/2026 14:36

2 min

Maíra Cardi revela traumas de abusos na adolescência e desabafa sobre relacionamentos tóxicos
(Imagem de reprodução da internet).

Desabafo de Maíra Cardi sobre Abusos na Adolescência

A influenciadora Maíra Cardi, de 42 anos, compartilhou um desabafo profundo sobre experiências de abuso que vivenciou durante sua adolescência. Ela mencionou episódios relacionados a um antigo parceiro e um relacionamento tóxico que teve aos 19 anos. “Eu fui parar em cativeiro, fui estuprada, foi bem forte”, revelou durante sua participação no podcast Papo Íntimo.

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Ao falar sobre seu relacionamento, a ex-BBB contou que buscou ajuda da polícia após registrar agressões e episódios de violência. Contudo, sentiu-se desamparada ao procurar apoio. “O delegado falou: ‘briga de marido e mulher não se mete a colher’”, recordou, enfatizando que essa situação ocorreu há cerca de 25 anos, antes do avanço das discussões sobre violência contra a mulher.

Maíra também relatou que, após o incidente, decidiu deixar a capital paulista e se mudar para o Mato Grosso, seguindo a orientação de pessoas próximas. “Eu entendi que eu precisava me defender, eu precisava falar, eu precisava me impor”, afirmou.

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Essa experiência, segundo ela, transformou sua visão sobre a vida. “Foi ali o momento onde, inconscientemente, eu pensei: ou eu faço alguma coisa por mim mesmo, ou ninguém vai fazer”.

Experiência com Chefe Invasivo

Em outro momento do podcast, a empresária recordou uma situação complicada envolvendo um antigo chefe de uma emissora de TV. Embora não tenha revelado nomes, ela relatou que ele costumava ter comportamentos invasivos com funcionárias, mesmo na presença de outras pessoas. “Ele vinha com as duas mãos no peito e apertava.

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Na frente de todo mundo”, contou.

Segundo Maíra, esse comportamento se tornou normalizado no ambiente de trabalho, o que impediu que as vítimas reagissem. “Você fica desconfortável e não quer parecer louca, porque ele está fazendo isso na frente de todo mundo”, explicou. Ao tentar estabelecer limites, ela foi desacreditada. “Eu falei: eu não gosto disso, eu não quero.

E aí, ele me tratava como louca”.

Por fim, Maíra revelou que nunca havia falado publicamente sobre essas experiências por considerá-las constrangedoras. “Hoje em dia, graças a Deus, a gente tem lugar de voz”, concluiu.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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