Mailza Assis lidera no AC com 49% e abre 17 pontos sobre Alan Rick

Pesquisa registrada no TSE ouviu 2.000 eleitores entre 3 e 7 de fevereiro, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Mailza Gomes (PP) e Alan Rick (Republicanos)

O levantamento foi realizado por telefone e entrevistou 2.000 eleitores em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os dados foram coletados entre os dias 3 e 7 de fevereiro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00000/2026.

Como a pesquisa foi feita

O que dizem os números

No primeiro turno, o candidato A aparece com 34% das intenções de voto. O candidato B vem em seguida, com 27%. Outros nomes citados somam 12%, enquanto 18% dos eleitores disseram que votariam em branco ou nulo. Os indecisos somam 9%. Quando o cenário é de segundo turno, a vantagem do candidato A cresce.

Ele chega a 47% contra 36% do candidato B, segundo o levantamento. A pesquisa ouviu eleitores em todas as regiões do país entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00000/2026.

O que dizem os candidatos

O candidato A afirmou que os números refletem “a confiança do povo no nosso projeto”. Já o candidato B disse que a diferença ainda pode ser revertida e que “a campanha está só começando”. Os dois lados prometeram intensificar agendas de rua nas próximas semanas.

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A pesquisa ouviu eleitores em todas as regiões do país entre os dias 2 e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Como a pesquisa foi feita

O levantamento foi realizado por telefone e presencialmente. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais, em 120 municípios brasileiros. A coleta aconteceu entre os dias 2 e 5 de fevereiro, com questionários aplicados por equipes treinadas.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os dados foram ponderados por sexo, idade, grau de instrução e renda familiar, seguindo a distribuição da população brasileira. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral, como exige a legislação para pesquisas eleitorais.

Rejeição e avaliação de governo

O levantamento também mediu a avaliação do governo. A gestão é considerada ótima ou boa por 24% dos entrevistados, regular por 30% e ruim ou péssima por 44%. Os 2% restantes não souberam responder. A pesquisa ouviu 2.008 pessoas em 126 municípios entre os dias 2 e 5 de fevereiro.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 01235/2026.

O que dizem os números

O levantamento também mediu a avaliação do governo em diferentes áreas. Na economia, 49% dos entrevistados disseram reprovar a condução do tema, enquanto 38% aprovaram e 13% não souberam responder. Na segurança pública, a reprovação é ainda maior: 53% consideram a gestão ruim ou péssima, contra 34% que aprovam.

Outros 13% não opinaram. Já na área de saúde, o cenário é parecido. A reprovação chega a 52%, com 35% de aprovação e 13% sem opinião.

Avaliação por área

O levantamento também mediu a avaliação da gestão em diferentes frentes. Na economia, 39% dos entrevistados aprovam o desempen