Uma mãe em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, fez uma denúncia chocante envolvendo a possível agressão sexual de sua filha de 7 anos, que estudava na Escola Municipal Mestra Fininha. O incidente ocorreu na última segunda-feira (2), conforme relato da mulher, que compartilhou imagens do ocorrido nas redes sociais.
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A mãe descreve o momento em que a filha chegou em casa, visivelmente abalada e assustada. A menina, com os olhos arregalados, relatou ter sido confrontada por um homem dentro da cabine do banheiro da escola. Segundo a criança, o indivíduo a forçou a abrir a porta, mantendo o rosto coberto e a genitália exposta.
Detalhes do Relato da Menina
A menina, em seu relato, explicou que, por medo, colocou a mão no rosto para evitar visualizar a situação. Ela descreveu o homem como alguém com o rosto escondido, e mencionou que o banheiro ficava distante, dificultando o pedido de ajuda imediato.
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A criança também relatou ter sentido medo de ser enforcado pelo agressor, o que a impediu de gritar.
Reação da Professora e Falta de Ação
A professora da turma, que estava presente no momento do ocorrido, teria minimizado a situação, dizendo que não era “pra tanto”. A mãe da criança relata que a professora não tomou nenhuma providência para investigar ou garantir a segurança da menina, nem comunicou a direção da escola ou qualquer outra autoridade.
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A professora continuou com a aula como se nada tivesse acontecido.
Descrição do Agressor e Investigação
A criança conseguiu fornecer detalhes sobre o agressor, descrevendo-o como um homem de pele clara, com um tatuagem de leão na mão e letras nos dedos. A investigação está em andamento na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói, com um protesto realizado na quarta-feira (4) para exigir respostas.
A Secretaria de Educação informou que dará prioridade à apuração do caso e abriu sindicância para investigar a conduta da professora.
Resposta da Secretaria de Educação
A Secretaria de Educação manifestou seu repúdio a qualquer tipo de violência ou abuso no ambiente escolar. Foi oferecido atendimento psicológico à estudante e sua família, e uma sindicância foi instaurada para apurar os fatos, garantindo o devido processo de defesa e as medidas cabíveis.
