Lula reconhece aumento do salário mínimo no Uruguai, que chega a R$ 3.339,75! Descubra as diferenças salariais entre Brasil e Uruguai e o que isso significa
Lula está ciente da recente aprovação do salário mínimo mais elevado da América do Sul, que foi fixado em R$ 3.339,75. O salário mínimo representa o menor valor que um trabalhador formal deve receber por seu trabalho em um mês, sendo essencial para cobrir despesas básicas como alimentação e moradia.
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No Brasil, o salário mínimo para 2026 foi estabelecido em R$ 1.621, o que representa um aumento de 6,79% em relação ao valor anterior de R$ 1.518. Atualmente, o Uruguai ocupa a liderança nesse quesito, com um salário mínimo aprovado de 25.383 pesos uruguaios, equivalente a cerca de 620 dólares, ou R$ 3.339,75 na cotação atual.
Esse novo valor começará a ser pago a partir de julho de 2026.
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O reajuste no Uruguai destaca as diferenças nas políticas salariais entre os dois países. A partir de 1º de janeiro, o salário mínimo uruguaio aumentará 4,1%, passando para 24.572 pesos (aproximadamente 606 dólares). O ganho real do salário mínimo no Uruguai é resultado de uma política salarial que se alinha ao controle da inflação.
O Governo Federal uruguaio adota projeções técnicas e evita decisões reativas, comuns em períodos de instabilidade econômica. Dessa forma, o Uruguai se consolida como líder ao tratar o salário mínimo como um investimento social e econômico.
Embora o aumento do salário mínimo seja visto como positivo, especialistas afirmam que o valor ainda está longe do ideal para atender às necessidades básicas dos brasileiros. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) calculou que o salário mínimo ideal em setembro de 2026 seria de R$ 7.075,83.
Esse valor é considerado necessário para cobrir as despesas de uma família de quatro pessoas, incluindo alimentação, moradia, saúde, educação e lazer. Com o aumento projetado, o salário mínimo brasileiro ainda ficará R$ 5.454 abaixo do valor ideal, evidenciando as dificuldades enfrentadas para arcar com o custo de vida no país.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.