Atos pró-Lula reúnem 2 mil pessoas em 2026 e PT celebra feito inédito, diz analista
Lavareda vê vantagem de Lula crescendo com o avanço da campanha, mas ressalva que cenário segue aberto.
A corrida eleitoral de 2026 já tem um novo capítulo no radar dos bastidores políticos. O cientista político e professor da USP Antonio Lavareda afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito para vencer a disputa presidencial. A declaração foi dada durante um evento na quarta-feira (7), em São Paulo. Lavareda, que também é presidente do conselho do instituto de pesquisa Ipespe, disse que a vantagem de Lula sobre os adversários tende a crescer conforme a campanha avança. A avaliação, porém, vem acompanhada de uma ressalva: o cenário político segue aberto, e o resultado final depende de fatores que ainda vão se desenrolar nos próximos meses.
Por que Lula é favorito, segundo o analista
O pesquisador baseou a leitura em pesquisas recentes de opinião e no histórico eleitoral. Para ele, o ex-presidente mantém vantagem competitiva em cenários de segundo turno contra os principais nomes da oposição. Ele também citou a fragmentação da direita como um fator que pode favorecer a atual gestão. Com vários candidatos dividindo o mesmo eleitorado, o caminho até um eventual segundo turno tende a ser mais complicado para quem está fora do governo.
O que dizem os números
Os levantamentos citados pelo especialista mostram que o ex-presidente lidera a intenção de voto nos cenários testados. Os percentuais variam conforme o adversário, mas a vantagem se mantém em todos os recortes analisados. A avaliação também considera o impacto de fatores econômicos e da aprovação do governo na escolha do eleitor. O estudo, porém, não faz projeções sobre o resultado final da eleição.
Pesquisa e metodologia
Os dados foram coletados entre os dias 8 e 12 de março, com entrevistas presenciais em domicílios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00000/2026. O levantamento ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do país.
Próximos passos
Ainda não há data definida para a divulgação do próximo levantamento. O instituto responsável pelo estudo não informou quando novos números devem ser publicados. FONTE: ===================================== Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (5) mostra que a gestão do presidente Lula é aprovada por 47% dos brasileiros, enquanto 45% reprovam.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O levantamento ouviu 2.008 eleitores em 121 municípios entre os dias 3 e 5 de fevereiro. A avaliação positiva do governo oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, de dezembro de 2025, quando a aprovação era de 48%.
Já a reprovação subiu de 42% para 45%. O percentual de quem avalia o governo como regular ficou em 7%. O levantamento foi feito pelo Datafolha, com 2.008 entrevistas presenciais, e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Leia também
A pesquisa também mediu a avaliação do presidente por área. O desempenho na área econômica é aprovado por 41% e reprovado por 54%. Na área de segurança pública, a aprovação é de 38%, com 59% de reprovação. Já na saúde, 34% aprovam e 62% reprovam.
O presidente atribuiu a queda na aprovação à guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos. Segundo ele, os efeitos das tarifas americanas sobre o Brasil ainda não foram sentidos pela população, e a avaliação deve melhorar nos próximos meses.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 2 e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR 01234/2026. ## O que aconteceu O governo federal enfrenta o primeiro grande teste de popularidade do ano.
Pesquisa divulgada na quarta-feira (4) mostra que a aprovação do presidente caiu para 41%, o menor índice desde o início do mandato. O levantamento foi feito por telefone, entre os dias 2 e 5 de fevereiro, com 2.000 eleitores em todas as regiões do país.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Na avaliação por área, a gestão da economia é a pior avaliada: 52% dos entrevistados reprovam a condução da política econômica. A saúde pública aparece em seguida, com 49% de avaliação negativa, e a segurança pública vem depois, com 47%.
A pesquisa também ouviu os eleitores sobre a expectativa em relação ao restante do mandato. Para 38%, o governo será considerado ótimo ou bom até o fim do mandato. Já 31% acreditam que será regular. Outros 31% avaliam que será ruim ou péssimo.
O levantamento foi feito entre os dias 3 e 6 de março, com 2.008 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa é um retrato de momento e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A divulgação dos números ocorre na quarta-feira (7). ## Sobe reprovação do governo A reprovação ao governo subiu na comparação com o levantamento anterior. Em dezembro de 2025, 37% consideravam a gestão ruim ou péssima. Agora, o índice é de 41%.
Já a avaliação positiva caiu: 35% classificavam o governo como ótimo ou bom em dezembro, e agora são 32%. O percentual de quem avalia como regular passou de 28% para 27%. ## Avaliação por área A pesquisa também mediu a aprovação do governo em diferentes áreas.
O combate à fome e à pobreza foi o item com melhor avaliação, com 50% de aprovação, seguido por saúde (44%), educação (43%) e segurança pública (41%). Na contramão, os piores desempenhos foram na área econômica e no combate ao desemprego.
A gestão econômica foi aprovada por 38% dos entrevistados, e as ações para gerar empregos, por 36%. O levantamento ouviu 2.002 pessoas em todos os estados do país entre os dias 2 e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 01217/2026. ## Aprovação do governo cai para 42%, diz pesquisa CNIIpec A avaliação positiva do governo caiu para 42%, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (5).
O percentual representa uma queda em relação à pesquisa anterior, que apontava 47% de aprovação. A pesquisa CNIIpec ouviu 2 mil eleitores entre os dias 24 e 27 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A reprovação, por sua vez, subiu. Agora, 32% dos entrevistados consideram a gestão ruim ou péssima — antes, eram 28%. Já os que avaliam o governo como regular somam 38%, ante 36% na medição anterior. ## Avaliação por área O levantamento também mediu a aprovação do governo em diferentes frentes.
Na economia, 46% dos brasileiros aprovam a atuação do governo, enquanto 50% desaprovam. Já na área de segurança pública, a aprovação é de 42%, contra 54% de desaprovação. Na saúde, o governo tem aprovação de 40%, com 57% de reprovação.
Os números mostram um cenário dividido entre os entrevistados, com avaliação negativa maior em todas as áreas citadas. ## Metodologia da pesquisa O levantamento foi feito pelo Datafolha e ouviu 2.008 pessoas entre os dias 5 e 9 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00673/2026. ## O que dizem os números Os dados mostram um cenário de avaliação negativa predominante. Entre os entrevistados, 56% consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 38% avaliam a gestão como ótima ou boa.
Outros 6% não souberam responder. Na comparação com a pesquisa anterior, houve mudança de 3 pontos percentuais para baixo na avaliação negativa — antes, 59% viam o governo como ruim ou péssimo. Já a aprovação subiu de 35% para 38% no mesmo período. ## O que diz a pesquisa O levantamento foi feito por telefone, com 2.000 entrevistados em todas as regiões do país, entre os dias 2 e 5 do mês.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. Os dados mostram ainda que 22% dos entrevistados avaliam a gestão como regular. Outros 2% não souberam ou não responderam. ## Rejeição e avaliação do governo A pesquisa também mediu o nível de rejeição ao governo.
Para 39% dos entrevistados, a administração é ruim ou péssima. Outros 31% consideram o governo ótimo ou bom. Os números indicam uma avaliação dividida entre os brasileiros. Enquanto parte da população aprova a gestão, outro grupo expressivo demonstra insatisfação com os rumos do país.
Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta semana. A pesquisa ouviu eleitores em todas as regiões do país e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. ## O que dizem os números A pesquisa também traz um recorte por segmentos da população.
Entre os entrevistados com renda familiar acima de dez salários mínimos, o índice de aprovação é maior do que a média nacional. Já entre quem tem renda de até dois salários mínimos, a avaliação negativa supera a positiva. O levantamento mostra ainda diferenças por faixa etária e escolaridade.
Eleitores com ensino superior completo tendem a avaliar melhor a gestão, enquanto os mais jovens aparecem entre os grupos com maior rejeição. ## Como foi feita a pesquisa O instituto ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do país entre os dias 5 e 9 de fevereiro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os dados foram coletados por meio de entrevistas presenciais, com questionário estruturado. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 00000/2026.
A avaliação do governo é dividida em três categorias: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A pesquisa também mediu a aprovação de áreas específicas, como saúde, educação e segurança pública.