Lula enfrenta furacão de rejeição: “Taxa das Blusinhas” explode em crise!

“Taxa das blusinhas” revolta Brasil! Pesquisa aponta 62% de descontentamento com governo Lula. Saiba mais.

(Imagem de reprodução da internet).

Reação da População à Taxa sobre Compras Online

Uma pesquisa recente da AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, revelou um forte descontentamento com a implementação da taxa sobre compras de até US$ 50 em sites internacionais, apelidada informalmente de “taxa das blusinhas”. Os resultados, divulgados em 26 de março de 2026, indicam que 62% dos entrevistados consideraram a medida o maior erro cometido pelo governo do presidente Lula (PT).

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A pesquisa, que questionou a avaliação de diversas decisões governamentais, apontou apenas 30% de aprovação e 8% de incerteza entre os respondentes.

O estudo, conduzido entre os dias 23 e 23 de março de 2026, coletou as opiniões de 5.028 adultos brasileiros, selecionados aleatoriamente por meio de recrutamento digital. A AtlasIntel estabeleceu uma margem de erro de 1 ponto percentual, com um nível de confiança de 95% para os resultados.

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A pesquisa destacou a “taxa das blusinhas” como a principal crítica à gestão econômica, superando outras medidas contestadas pela população.

Além da taxa sobre compras online, outras iniciativas governamentais também receberam críticas significativas. Em março de 2026, 59% dos entrevistados consideraram um erro a tentativa de fiscalização de transações via Pix com valores acima de R$ 5.000 mensais. Adicionalmente, 45% dos brasileiros avaliaram o arcabouço fiscal vigente como um erro, demonstrando a ampla insatisfação com as políticas econômicas do governo.

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Em 12 de maio de 2026, o presidente Lula anunciou o fim da “taxa das blusinhas” por meio de uma Medida Provisória (MP), assinada em uma reunião fechada e sem a presença de jornalistas. A assinatura da MP não estava prevista na agenda pública do presidente, indicando uma estratégia eleitoral para a campanha a um possível quarto mandato.

A medida, inicialmente defendida pela equipe econômica e apoiada por aliados do Planalto, foi posteriormente criticada por Lula e alguns de seus assessores.