Lula e Trump discutem Cuba: presidente brasileiro se oferece para mediar negociações

Lula e Trump discutem Cuba em encontro revelador; presidente brasileiro se oferece para ajudar em negociações e critica bloqueio econômico. Clique e saiba mais!

Conversa entre Lula e Trump sobre Cuba

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou que Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou não ter planos de invadir Cuba durante um encontro entre os dois líderes na quinta-feira (7). “Eu ouvi, não sei se a tradução foi correta, que ele disse que não pensa em invadir Cuba.

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Isso foi dito pela intérprete e acho que isso é um grande sinal”, declarou Lula.

O presidente brasileiro também se colocou à disposição para auxiliar em possíveis negociações sobre a situação em Cuba. “Eu disse para ele que gostaria que, se ele precisar de ajuda para discutir a situação de Cuba, eu estou inteiramente à disposição”, afirmou.

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Defesa do diálogo e críticas ao bloqueio econômico

Lula defendeu a importância do diálogo e criticou o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos. “Cuba quer dialogar e encontrar uma solução para colocar fim ao bloqueio que nunca deixou Cuba ser um país completo e livre desde a vitória da revolução”, destacou.

O presidente também mencionou que o Brasil está aberto a conversar “com qualquer país” sobre questões relacionadas às “interferências americanas”.

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Em relação ao contexto internacional, Lula citou o Irã e expressou que a guerra trará mais prejuízos para os Estados Unidos do que Trump “imagina”. “O que eu fiz questão de dizer para ele é o que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas.

Eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra”, afirmou.

Comentários sobre a Venezuela

Além disso, Lula comentou sobre a situação na Venezuela. No início do ano, os Estados Unidos realizaram uma operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro, e desde então, Delcy Rodriguez lidera o país sul-americano. “Ele acha que na Venezuela está tudo resolvido.

Eu espero que esteja. Eu lido com a Venezuela desde 2002. Eu espero que a Venezuela resolva seus problemas, porque o povo venezuelano precisa ter uma chance na vida de viver bem”, concluiu.