Lula busca símbolo no 8 de Janeiro para pressionar Congresso! Presidente planeja usar comemoração para flexibilizar penas em crimes eleitorais. Ausência de líderes do Congresso e forte atuação do STF e movimentos sociais. #Lula #8deJaneiro #Democracia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja utilizar a comemoração do 8 de Janeiro, nesta quinta-feira (8 de janeiro de 2026), como um momento simbólico para pressionar o Congresso Nacional a reconsiderar o projeto de dosimetria de penas para crimes eleitorais.
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A cerimônia, que ocorrerá no Planalto, contará com a ausência dos presidentes da Câmara dos Deputados (Republicanos-PB) e do Senado (União Brasil-AP), que informaram não participar do evento. A tensão entre o Palácio do Planalto e o Legislativo se intensifica em torno da proposta, que busca flexibilizar as penas aplicadas aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 2023, incluindo o ex-presidente.
A expectativa é que Lula anuncie sua decisão até a terça ou quarta-feira (6 ou 7 de janeiro), após uma reunião ministerial.
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Apesar da ausência dos líderes do Congresso, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a presença de seu presidente e de ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia, que organizam uma programação especial para o dia. O evento, chamado “Democracia Inabalada: 8 de Janeiro – Um dia para não esquecer”, reunirá exposição, documentário e debates.
O ministro Guilherme Boulos (Secretaria Geral), responsável pela articulação com movimentos sociais, também participará da cerimônia e acompanhará Lula caso ele desça para a área externa. O PT convocou manifestações em todas as capitais do país, com prioridade para Brasília.
A comemoração do 8 de Janeiro tem sido uma tradição do governo Lula desde 2025, quando o presidente realizou uma cerimônia em quatro atos na Praça dos Três Poderes. Em 2025, Lula reapresentou 21 obras de arte restauradas após terem sido vandalizadas em 2023, incluindo pinturas, esculturas e artefatos históricos.
O evento começou com a reinauguração do relógio de Balthasar Martinot, do século 17, consertado na Suíça, e o descerramento da obra “As Mulatas”, de Di Cavalcanti. O presidente discursou no Salão Nobre e, em seguida, fez um abraço simbólico com o público presente na praça.
O ministro Guilherme Boulos ressaltou que temas de soberania nacional e defesa da paz ganharão força no ato de 8 de Janeiro, especialmente após os ataques dos Estados Unidos. “O Brasil defende democracia com soberania nacional. E essa defesa estará presente no ato do 8 de Janeiro”, declarou.
A comemoração do 8 de Janeiro tem sido uma tradição do governo Lula desde 2025, quando o presidente realizou uma cerimônia em quatro atos na Praça dos Três Poderes. Em 2025, o presidente reapresentou 21 obras de arte restauradas após terem sido vandalizadas em 2023, entre pinturas, esculturas e artefatos históricos.
O evento começou com a reinauguração do relógio de Balthasar Martinot, do século 17, consertado na Suíça, e o descerramento da obra “As Mulatas”, de Di Cavalcanti. O presidente discursou no Salão Nobre e, em seguida, fez um abraço simbólico com o público presente na praça.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.