Governo Lula enfrenta turbulência com preço da gasolina! Medida Provisória chocará Shell, TotalEnergies e Petrobras. Críticas de Haddad e risco de impeachment?
Em 2026, o debate sobre o preço da gasolina e do diesel reacendeu no governo Lula, impulsionado pela persistência da alta global dos combustíveis. A situação, que já havia gerado críticas em 2021 e 2022, quando Lula estava fora do governo federal, voltou a ser um ponto central de discussão.
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A preocupação se intensificou com o impacto direto nos consumidores e trabalhadores, conforme defendido pelo então candidato Lula em 2022.
Lula, durante sua campanha presidencial de 2022, responsabilizou o governo federal pela alta dos combustíveis, enfatizando que o preço elevado afetava diretamente a vida de brasileiros. Em suas declarações, o ex-presidente criticava a política de preços da Petrobras, que seguia a paridade com o mercado internacional, argumentando que o Brasil não deveria automaticamente adotar as cotações externas do petróleo.
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Seu então parceiro de chapa, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, também se manifestou publicamente sobre o tema, alertando para o impacto do preço da gasolina e do diesel, chegando a afirmar que o valor poderia justificar dois processos de impeachment.
Em março de 2026, o governo editou a Medida Provisória 1.340, buscando capturar ganhos adicionais das petroleiras diante da alta global do petróleo e, assim, mitigar o preço do diesel. Haddad justificou a medida como temporária e sujeita a revisão, defendendo que o produtor não deveria ser favorecido por eventos globais que prejudicam o consumidor.
No entanto, grandes empresas do setor, como Shell, TotalEnergies, PetroRio e Repsol, anunciaram a intenção de entrar com ações judiciais, alegando que a cobrança violava o princípio da anualidade tributária.
A Petrobras, por outro lado, se posicionou em apoio à medida, alinhando-se à política do governo federal de reduzir as pressões sobre o preço dos combustíveis. A estatal acredita que a medida é fundamental para garantir a estabilidade do mercado interno e proteger os consumidores brasileiros.
O debate continua em 2026, com o governo buscando soluções para conter os altos preços e o setor energético avaliando os impactos da nova medida tributária.
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Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.