Lula alerta sobre extremismo e eleições durante visita à Espanha: “Não acabou”

Lula, em visita à Espanha, alerta sobre o extremismo no Brasil e discute a interferência nas eleições. O que ele revelou sobre o futuro político?

18/04/2026 09:46

2 min

Lula alerta sobre extremismo e eleições durante visita à Espanha: “Não acabou”
(Imagem de reprodução da internet).

Declarações de Lula na Espanha sobre extremismo e eleições

No último sábado (18), durante sua visita à Espanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sobre a situação política no Brasil. Ele destacou que, embora o país tenha condenado aqueles que tentaram realizar um golpe em 2022, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “o extremismo não acabou” e que ele “vai disputar a eleição outra vez”.

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Com Bolsonaro inelegível e cumprindo uma pena de 27 anos e três meses de prisão, seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), será o candidato em sua vez.

Lula afirmou: “No meu Brasil, nós acabamos de derrotar o extremismo. Temos um ex-presidente preso, condenado a 27 anos de cadeia, e quatro generais de quatro estrelas também presos por tentarem dar um golpe. Mas o extremismo não acabou, ele continua vivo e vai disputar a eleição outra vez.” Essas declarações foram feitas durante um evento em Barcelona, onde o presidente brasileiro esteve ao lado do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, na sexta-feira (17).

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Agenda internacional e interferência em eleições

Após seus compromissos na Espanha, Lula seguirá para a Alemanha e Portugal, onde permanecerá até a próxima terça-feira (21). Durante sua fala, ele também abordou a questão da interferência de líderes estrangeiros nas eleições de outros países. “Um presidente de outro país não pode interferir na eleição de outro”, afirmou.

Ele ressaltou a importância da ONU como um instrumento valioso, que deve funcionar para regular plataformas em todo o mundo.

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O presidente brasileiro questionou: “Cadê a soberania eleitoral, cadê a soberania territorial?” Além disso, Lula pediu que o secretário-geral da ONU, António Guterres, convoque reuniões extraordinárias, mesmo sem a necessidade de aprovação dos cinco membros do Conselho de Segurança.

Para ele, “a ONU não pode ficar silenciosa e ver o que está acontecendo no mundo”.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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