Lula afirma que o Brasil não será submetido a aumentos abusivos, como se fosse um indivíduo vulnerável, em resposta à alta nos preços praticados nos EUA
O presidente, em sua agenda em Minas Gerais, defendeu ações de proteção aos exportadores e manifestou críticas à interferência dos Estados Unidos.

O presidente Lula (PT) declarou, em Minas Gerais, que o Brasil não será considerado um “moleque” em relação à taxação imposta pelos Estados Unidos. “O Brasil já possui maturidade suficiente para ser respeitado. Não é porque alguém é mais rico que eu que pode falar mais grosso comigo”, afirmou o petista em Contagem.
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O governo implementou ações para salvaguardar empresários e trabalhadores impactados pela taxa adicional de 50% nas exportações para os Estados Unidos, incluindo uma linha de crédito no valor de 30 bilhões de reais. Ademais, ressaltou a necessidade de explorar novos mercados para os produtos brasileiros.
Ao tratar da questão da soberania nacional, o presidente criticou a interferência dos Estados Unidos e a atitude de Eduardo Bolsonaro (PL-SP): “Esse cidadão ficava envolvido na bandeira brasileira afirmando ser patriota, agora está envolvido na bandeira americana denunciando o Brasil, pedindo intervenção dos americanos no país.” [Rodrigo] Pacheco tem razão: esse cidadão deve ser registrado como o maior traidor da história deste país.
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Lula afirmou que o governo brasileiro está aberto à negociação, contudo, não há interlocução efetiva por parte dos Estados Unidos. Ele destacou o papel do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do chanceler Mauro Vieira.
O petista também afirmou que o Brasil possui meios para responder, se for necessário, e declarou que o País tem “muita razão nessa disputa”.
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Lula reiterou a legitimidade do processo judicial contra Jair Bolsonaro (PL) por liderar uma tentativa de golpe. “São essas coisas que estão em jogo e não podemos aceitar intervenção de outro País.”
Fonte por: Carta Capital
Autor(a):
Redação Clique Fatos
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