Lula afirma que Brasil ignorou políticas para quem ganha R$ 8.000 e lança programa para classe média

No lançamento de programa voltado à classe média, presidente destacou que esse grupo estava desassistido. Confira todos os detalhes no Poder360.

Lançamento do Programa Reforma Casa Brasil

No lançamento do programa Reforma Casa Brasil, realizado na segunda-feira (20.out.2025), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou que o governo está voltando sua atenção para trabalhadores que recebem entre R$ 6.000 e R$ 8.000 mensais. O presidente mencionou que a iniciativa, que destinará R$ 40 bilhões em crédito para reformas habitacionais, tem como objetivo atender esse público de renda média-baixa.

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Lula afirmou: “Quem ganha 8.000 não tem política para ele. Ele não é tão pobre, mas é quase pobre. Se morar de aluguel com quatro filhos, não sobra dinheiro pra nada.” O programa representa mais um passo do governo em direção aos eleitores de renda média. Em 2025, o presidente já anunciou sete projetos voltados para essa faixa populacional.

Papel do Estado e Detalhes do Programa

O presidente ressaltou a importância do Estado em atender as camadas da população que não são contempladas pelo mercado. “Um dos papéis do Estado é olhar pra aquelas pessoas que não são olhadas pelo mercado”, afirmou. O Reforma Casa Brasil está vinculado ao Minha Casa, Minha Vida e oferece empréstimos que variam de R$ 5.000 a R$ 30.000 para famílias com renda mensal de até R$ 9.600.

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Os recursos poderão ser utilizados para a compra de materiais, contratação de mão de obra e projetos técnicos. O ministro das Cidades, Jader Filho, declarou que o programa atenderá tanto famílias de classes mais baixas quanto de classe média, e também visa reduzir o déficit habitacional, uma demanda de Lula.

Presentes na Cerimônia

Na cerimônia de lançamento, estiveram presentes:

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  • Gleisi Hoffmann (PT), ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República;
  • Jader Filho (MDB), ministro das Cidades;
  • Rui Costa (PT), ministro da Casa Civil da Presidência da República;
  • Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República;
  • Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda;
  • Márcia Lopes, ministra das Mulheres;
  • Guilherme Boulos (Psol-SP), deputado federal.