Luis de La Fuente surpreende ao minimizar favoritismo da Espanha na Copa do Mundo; entenda o porquê

Luis de La Fuente surpreende ao desconsiderar o favoritismo da Espanha na Copa do Mundo. Quais seleções ele acredita que podem ser as verdadeiras ameaças?

(Imagem de reprodução da internet).

Luis de La Fuente Minimiza Favoritismo da Espanha na Copa do Mundo

Dois dias antes da estreia da Espanha na Copa do Mundo, o técnico Luis de La Fuente afastou a ideia de que sua equipe é a favorita e compartilhou a responsabilidade com outras seleções. Em entrevista ao portal AS, ele adotou uma postura cautelosa e mencionou a seleção brasileira como uma das candidatas ao título. “O que significa ser favorito?

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Esses comentários vêm do exterior. E, em segundo lugar, o que significa ser favorito? Ter chances de ganhar a Copa do Mundo? Mas, honestamente e com base no que sabemos, somos realmente mais favoritos que a França, o Brasil ou a Argentina?”, questionou.

Além disso, De La Fuente citou outras seleções que podem surpreender durante o torneio, como Portugal, Holanda, Inglaterra e algumas seleções africanas, sem especificar quais. “Mesmo sendo melhor que os rivais, você pode perder. Nos sentimos fortes e capazes. É positivo ser o favorito, mas o futebol pode te levar para o alto ou para o fundo do poço”, afirmou.

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Estreia da Espanha e Análise das Concorrentes

A Espanha fará sua estreia na segunda-feira (15), às 13h, contra Cabo Verde, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo grupo, Uruguai e Arábia Saudita se enfrentarão no mesmo dia, às 19h, em Miami. O técnico também comentou sobre a diversidade de contextos que as seleções podem enfrentar no Mundial. “São equipes muito fortes.

Fisicamente, taticamente e tecnicamente, porque sempre têm jogadores acostumados a competir em clubes de ponta. E alguns times se adaptam melhor a essas condições climáticas, a esses ambientes? Isso também será uma desvantagem”, acrescentou.

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De La Fuente finalizou sua análise destacando a competitividade do torneio: “A competição está incrivelmente acirrada. Há mais equilíbrio no nível de seleções do que no nível dos clubes. O jogo mais importante da Copa do Mundo é Cabo Verde, sem dúvida”.