Luciana Gimenez e o Caso Jeffrey Epstein
Recentemente, a apresentadora Luciana Gimenez, de 56 anos, teve seu nome associado ao polêmico caso de Jeffrey Epstein. O empresário, que faleceu em 2019, era um financista norte-americano condenado por crimes sexuais, sendo conhecido por liderar uma vasta rede de tráfico sexual de menores e abuso de adolescentes.
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Luciana se manifestou publicamente sobre a situação.
Atualizações sobre Luciana Gimenez e o Caso Epstein
O nome de Luciana Gimenez apareceu em novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, supostamente relacionados ao caso de Epstein. Esses registros incluem transferências financeiras nas quais a apresentadora é mencionada como destinatária.
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Os documentos, datados de 2014, 2018 e 2019, não esclarecem a origem dos recursos e não estabelecem uma ligação direta com Epstein ou atividades criminosas. As transferências mencionadas somam cerca de US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 62 milhões).
Pronunciamento de Luciana Gimenez
Na segunda-feira (9), Luciana Gimenez se pronunciou sobre seu suposto envolvimento nas redes sociais. Em um comunicado, afirmou que nunca conheceu Jeffrey Epstein e que não teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele. A apresentadora repudiou qualquer tentativa de associar seu nome a práticas ilícitas.
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Luciana também entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possui conta, para entender a razão dessa vinculação. Segundo informações preliminares do banco, o governo americano solicitou registros sem uma seleção individualizada, resultando na inclusão de diversos clientes, incluindo Luciana, que não têm relação com o caso.
Outros Nomes Envolvidos no Caso
Documentos judiciais do caso Epstein mencionam outros nomes de destaque, como o ex-príncipe Andrew, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, o atual presidente Donald Trump, o político Bill Richardson, o advogado Alan Dershowitz, o cantor Michael Jackson e o físico Stephen Hawking.
Investigação sobre Jeffrey Epstein
As investigações sobre o tráfico sexual envolvendo Jeffrey Epstein resultaram em milhões de documentos coletados pelos procuradores federais. Esses registros incluem mais de 300 gigabytes de dados, como documentos, vídeos, fotografias e áudios armazenados no sistema de gerenciamento de casos do FBI, conhecido como “Sentinel”.
Os arquivos abrangem relatórios de investigação e documentos da apuração original do FBI em Miami, além de informações da segunda investigação realizada pelo escritório do FBI em Nova York. Apesar da divulgação de muitos documentos, há especulações de que o governo dos Estados Unidos esteja ocultando segredos relacionados a Epstein.
