Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro histórico no esqui alpino em Bormio! Queda precoce interrompe a disputa, mas marca de excelência! Saiba mais.
Lucas Pinheiro Braathen teve sua participação nas medalhas do slalom no esqui alpino interrompida precocemente. A queda ocorrida logo na primeira bateria da competição em Bormio, na pista de Stelvio, em Bormio, impediu o brasileiro de seguir na disputa.
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Braathen retornou à pista, onde iniciou uma prova promissora, registrando a melhor marca na primeira parcial, superando em 0s10 o tempo do líder da época, Atle Lie McGrath, da Noruega.
Após uma forte arrancada, Braathen mantinha-se em ritmo acelerado, com 0s26 abaixo da referência, até perder o controle e sofrer a queda que o tirou da prova. A consequência foi a eliminação do brasileiro da disputa pela segunda bateria, agendada para as 9h30 (horário de Brasília).
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No slalom, a definição do vencedor é feita pela soma dos tempos das duas descidas, o que obriga a conclusão de ambas as baterias para que os atletas possam avançar na disputa pelo pódio. A ordem invertida de largada na segunda bateria, com o 30º colocado descendo primeiro, é um dos critérios para garantir a disputa.
A participação de Braathen se destaca em um contexto de conquistas do esqui alpino brasileiro. A marca total de 2m25s, alcançada em Milão-Cortina 2026, após 1m11s08 na segunda descida da prova de slalom gigante, representou um feito inédito para o país.
A conquista superou a melhor participação anterior, registrada nos Jogos de Turim de 2006, com o nono lugar de Isabel Clark no snowboard cross.
A medalha conquistada por Lucas Pinheiro Braathen representa um marco para o esqui alpino brasileiro, tornando-se a primeira medalha de ouro do país nas Olimpíadas de Inverno. A conquista supera a melhor posição alcançada por uma equipe sul-americana, que até então era o quarto lugar da Argentina em St.
Moritz 1928.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.