Lô Borges, ícone do Clube da Esquina, faleceu em Belo Horizonte aos 73 anos, deixando um legado musical que revolucionou a MPB e inspirou gerações.
No final da década de 1960 e início da década de 1970, em Belo Horizonte, Lô Borges se juntou a um grupo de amigos que compartilhavam a mesma paixão pela música e inquietude artística. Essa união resultou no icônico Clube da Esquina, que trouxe uma nova abordagem à música popular brasileira.
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O movimento gerou um dos álbuns mais célebres do Brasil: “O Clube da Esquina”, lançado em 1972. Anos depois, em 1978, foi lançado “Clube da Esquina 2”, consolidando ainda mais a importância desse movimento na música nacional.
Outros colaboradores importantes incluíram Tavito, Flávio Venturini, Fernando Brant e Novelli, que juntos revolucionaram a música popular brasileira com novas melodias e letras.
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Lô Borges faleceu em Belo Horizonte, aos 73 anos, na noite de domingo (2). O hospital Unimed confirmou sua morte às 20h50, devido à falência múltipla de órgãos.
O cantor havia passado por uma traqueostomia no dia 25 de outubro e continuou a depender de ventilação mecânica. Ele ficou internado por cerca de 18 dias até seu falecimento, ocorrido na segunda-feira (3).
Como um dos idealizadores do Clube da Esquina, Lô Borges deixou um legado significativo na música brasileira, influenciando gerações com sua arte e criatividade.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.