Líderes Mundiais Condenam Tentativa de Assassinato de Donald Trump em Washington, DC

Líderes Mundiais Reagem a Tentativa de Assassinato de Donald Trump
Líderes de diversas nações condenaram a violência e expressaram alívio pela segurança do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e dos convidados do jantar dos correspondentes da Casa Branca, após disparos ocorridos no evento. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou seu choque em uma postagem no X, afirmando que ele e sua esposa ficaram “chocados com a tentativa de assassinato do presidente Donald Trump na noite passada em Washington, DC”.
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Ele também expressou alívio pela segurança do presidente e da primeira-dama, desejando uma rápida recuperação ao policial ferido e elogiando a ação do Serviço Secreto dos EUA.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, também se pronunciou no X, condenando a tentativa de agressão contra Trump e sua esposa, Melania. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, destacou que “a violência nunca deve ser a resposta” em uma publicação separada, enviando votos de melhoras ao casal presidencial.
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O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, reforçou a ideia de que “a violência política não tem lugar em nenhuma democracia”, enviando seus pensamentos a todos os afetados pelo evento.
Reações de Líderes Internacionais
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também expressaram alívio pela segurança de Trump em suas mensagens no X. Modi afirmou que “a violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente”.
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Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, repudiou o incidente e manifestou sua “total rejeição a todas as formas de violência por qualquer parte”, conforme noticiado pela agência palestina WAFA. O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos também se manifestou, condenando o que classificou como um “crime deplorável”.
O alvo do incidente ocorrido no jantar permanece incerto.
Líderes europeus também reagiram à situação na Casa Branca. O presidente francês, Emmanuel Macron, chamou o incidente de “inaceitável”, afirmando que “a violência não tem lugar em uma democracia” e oferecendo seu “total apoio a Donald Trump”.
Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, descreveu os eventos da noite anterior como “profundamente perturbadores”, ressaltando que “a violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada”. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, expressou estar “chocado” com os acontecimentos, enfatizando que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis”.
Ações e Desejos de Recuperação
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, declarou que “a violência não tem lugar na política, nunca”, agradecendo a rápida ação da polícia e dos socorristas para garantir a segurança dos convidados. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, comentou que “um evento destinado a homenagear a liberdade de imprensa jamais deveria se tornar um cenário de medo”, desejando uma “rápida recuperação” ao agente do Serviço Secreto ferido.
O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, expressou estar “aliviado” pela segurança de Trump e dos demais participantes, enviando seus pensamentos a “todos os que foram abalados pelo evento, incluindo os jornalistas suecos que compareceram ao jantar”.
O primeiro-ministro húngaro cessante, Viktor Orbán, um aliado próximo de Trump, manifestou sua preocupação com as notícias da noite anterior, oferecendo seus “pensamentos e orações” ao presidente e à primeira-dama dos EUA.
Autor(a):
Bianca Lemos
Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.



