Líderes do G7 se reúnem em Évian-les-Bains para discutir economia global e minerais essenciais
A cúpula do G7 em Évian-les-Bains busca soluções para desequilíbrios econômicos globais e a diversificação na obtenção de minerais essenciais
Reunião do G7 em Évian-les-Bains
Os líderes do G7 se reúnem nesta segunda-feira (15) em um resort à beira de um lago na cidade de Évian-les-Bains, na França, para a cúpula anual que ocorre entre os dias 15 e 17 de junho. Durante o encontro, serão discutidos temas como o combate aos desequilíbrios econômicos globais e a obtenção de minerais essenciais fora da China, fornecedora dominante.
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O que é o G7
O G7, ou Grupo dos Sete, é uma organização informal composta por líderes de algumas das maiores economias do mundo: Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A Rússia foi suspensa indefinidamente do grupo em 2014, após a anexação da Crimeia, a primeira violação das fronteiras de um país europeu desde a Segunda Guerra Mundial.
O G7 reúne as nações democráticas mais desenvolvidas, com uma riqueza acumulada de US$ 43,5 trilhões, representando cerca de 43% do PIB mundial, segundo o Banco Mundial.
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Atividades do G7
Os membros do G7 se reúnem anualmente para discutir questões urgentes e coordenar políticas. A segurança internacional e a economia global são frequentemente abordadas. O G7 não possui uma estrutura administrativa permanente; o país-sede, que muda a cada ano, organiza o encontro e propõe a pauta.
Além da cúpula, ocorrem encontros de funcionários de alto escalão e do corpo diplomático dos Estados envolvidos.
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Poder e influência do G7
O G7 serve como um espaço de coordenação, onde decisões de importância global são tomadas. Ao final de cada cúpula, os países assinam um comunicado que detalha os compromissos políticos para o próximo ciclo, visando influenciar a governança global em outros colegiados e organismos internacionais.
História do G7
As reuniões começaram na década de 1970 como o “Grupo das Bibliotecas”, fundado pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, George Shultz. Ministros das finanças dos EUA, França, Alemanha e Reino Unido se reuniam para estabilizar a turbulência cambial.
O Japão se juntou logo depois, e em 1975, os encontros tornaram-se reuniões de chefes de Estado e de governo. Canadá e Itália se uniram posteriormente, e a cúpula passou a ser conhecida como o Grupo dos Sete. A Rússia foi o último país a entrar, em 1997, mas foi expulsa em 2014 após a anexação da Crimeia, reconhecida como território ucraniano pela maioria das nações.