Léo Lins é absolvido de condenação por piadas preconceituosas! Descubra os detalhes dessa reviravolta judicial que chocou o Brasil. Clique e saiba mais!
O humorista Léo Lins, de 42 anos, foi absolvido pelo Tribunal Regional Federal (TRF) em relação à sua condenação de oito anos e três meses de prisão, que decorreu de piadas consideradas preconceituosas. A decisão foi tomada na segunda-feira, dia 23, após a defesa do comediante, representada pelo advogado Carlos Eduardo Ramos.
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Léo Lins ganhou notoriedade nacional em 2008, ao participar de um quadro do programa apresentado por Fausto Silva na TV Globo. Ele se destacou como finalista do “Quem Chega Lá”, que tinha como objetivo revelar novos talentos do humor. Desde então, o comediante se envolveu em diversas polêmicas e colaborou com figuras como Marcos Mion.
Nascido no Rio de Janeiro, Leonardo de Lima Borges Lins, conhecido como Léo Lins, é um humorista brasileiro com raízes portuguesas e alemãs. Sua carreira começou em 2005, com apresentações de stand-up. Ele se tornou amplamente reconhecido após sua participação no programa Domingão do Faustão e, posteriormente, em outros programas como Legendários, apresentado por Marcos Mion, em 2010, e no talk-show de Danilo Gentili no SBT, onde ficou até julho de 2022.
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Antes de sua condenação, Léo Lins já havia se envolvido em várias controvérsias devido a piadas que foram consideradas preconceituosas. Sua demissão do SBT ocorreu após uma brincadeira relacionada ao Teleton, uma maratona televisiva em apoio à Associação de Assistência à Criança Deficiente, que gerou grande repercussão negativa.
A 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo havia determinado a condenação do artista, atendendo ao pedido do Ministério Público Federal (MPF). Além da pena de prisão, Léo Lins foi condenado a pagar uma multa equivalente a 1.170 salários mínimos de 2022, totalizando cerca de R$ 1,4 milhão, além de uma indenização de R$ 303,6 mil por danos morais coletivos.
A secretária de Direitos Humanos enfatizou que piadas racistas devem ser severamente penalizadas, refletindo a importância de tratar questões de preconceito com seriedade.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.